Palavras que curam

As palavras ditas por um filho de Deus, que vive em comunhão ininterrupta com o Senhor Jesus, procedem da “farmácia de Deus”.

Pois a boca fala do que está cheio o coração” (Mateus 12.34).

A batida com o punho na mesa foi tão forte que as xícaras sacudiram! Após respirar fundo, continuou: “Ouça bem o que eu vou dizer a você agora!”. Segue uma enxurrada de palavras que se assemelham a estocadas de faca. Totalmente descontrolado, rosto pálido, a língua transforma-se num punhal. E então? Silêncio total! Não se conversa mais um com o outro. Houve uma ruptura e agora não se consegue encontrar um meio de reaproximação. Cada um silencia diante do outro. O ambiente é tenso no casamento, na família. E os filhos? Saem, fogem, para longe, para um lugar qualquer! Assim os perdemos para o mundo!

E na igreja? Ali as vigas estão rangendo já há muitos anos. Ali vemos o “lobo disfarçado de ovelha” se misturando de modo aparentemente piedoso entre os despreocupados filhos de Deus e distribuindo suas máscaras. Os sorrisos forçados procuram desesperadamente ocultar a antipatia. Canta-se hinos que falam do amor de Deus. Reunidos, ouve-se os sermões e se julga, condena, critica e se comemora em conjunto a Ceia do Senhor, se auto justificando.

Quão lastimável é esse teatro apresentado diante de Deus e do mundo! Você tem noção do que de fato está fazendo? Você não tem pleno conhecimento de que toda a legião de anjos está assistindo? Que o céu esfrega os seus olhos e fica chocado com o procedimento mútuo dos filhos de Deus, vendo-os se morderem, se devorarem e tratarem mutuamente sem qualquer consideração? Que testemunho deplorável para esse Senhor Jesus, que deu sua vida em nosso lugar! Foi ele quem disse: “Um novo mandamento dou a vocês: Amem-se uns aos outros. Como eu os amei, vocês devem amar-se uns aos outros. Com isso todos saberão que vocês são meus discípulos, se vocês se amarem uns aos outros” (João 13.34-35).

As palavras ditas por um filho de Deus, que vive em comunhão ininterrupta com o Senhor Jesus, procedem da “farmácia de Deus”. Elas curam, edificam, fazem bem, consolam e incentivam. Elas também exortam quando for necessário – e isso amorosamente e com dignidade. Palavras que são expressas debaixo do controle de Deus sempre são um alívio e refrigério, porque são palavras da graça.

O que preenche nosso coração? Não é indiferente o que temos de conteúdo e substância em nosso coração. Como seria possível jorrar água amarga e doce da mesma fonte? A verdade é que recebemos graça sobre graça da sua plenitude (ver João 1.16). Deus não nos presenteou com vida superabundante? Nós todos desfrutamos da misericórdia e bondade de Deus, mas não estamos dispostos a compartilhá-la generosamente com os outros. Quantas vezes, apesar de nossos pecados e falhas, Deus nos exortou, confortou e incentivou amorosamente! Por que razão, então, às vezes somos tão orgulhosos e cruéis e humilhamos os outros com palavras ofensivas?

Querido(a) filho(a) de Deus, você foi chamado(a) para transmitir aos outros aquilo que você recebeu de seu Senhor. O Senhor Jesus deu uma língua de discípulo também a você, para que possa reconhecer o cansado e dar a ele uma palavra de conforto (ver Isaías 50.4). Peça ao Senhor Jesus que conceda a você uma bondade crescente, pois somente assim você será um digno mensageiro das Boas Novas. “Palavras bondosas são como mel: doces para a alma e saudáveis para o corpo” (Provérbios 16.24 – NVT). A alegria genuína provém do relacionamento com o Senhor Jesus e proporciona melhoras, mas o espírito oprimido resseca os ossos (ver Provérbios 17.22).

Não é indiferente o que temos de conteúdo e substância em nosso coração.

Por isso, declare guerra ao inimigo do seu coração. Ele não pode usar as câmaras de sua alma para outras finalidades. Afinal, você é propriedade de Jesus. Não se junte àqueles que causam feridas, mas àqueles que unem corações. Seja um(a) filho(a) de Deus que coloca uma atadura curadora e benéfica no local dolorido e que não aplica sal na ferida. Imagine a qualificação que é dada a quem solta amarras, desata nós, conduz à liberdade em Cristo, quebra o jugo, alimenta o faminto e proporciona abrigo ao estrangeiro e ao coração desamparado. A promessa de Deus é: “Aí sim, a sua luz irromperá como a alvorada, e prontamente surgirá a sua cura; a sua retidão irá adiante de você, e a glória do Senhor estará na sua retaguarda. Aí sim, você clamará ao Senhor, e ele responderá; você gritará por socorro, e ele dirá: Aqui estou” (Isaías 58.8-9).

Que o Senhor Jesus o abençoe com grande alegria na fé e com novo ânimo. A sua recompensa eterna está assegurada! — Manfred Paul

Anúncios
Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

Abel ainda Fala sem ter pronunciado uma única Palavra

Embora ele tenha sido assassinado na mão de um irmão invejoso, e não haja uma palavra gravada de seus lábios na narrativa do Antigo Testamento, no entanto, durante mais de seis milênios, Abel “falou” e continua falando ainda hoje.

As seguintes palavras estão registradas no livro de Hebreus.

Pela fé Abel ofereceu a Deus um sacrifício superior ao de Caim. Pela fé ele foi reconhecido como justo, quando Deus aprovou as suas ofertas. Embora esteja morto, por meio da fé ainda fala. Hebreus 11:4

O verbo traduzido “fala” [versões mais antigas] é uma forma de voz presente, ativa. Isso sugere que, em algum sentido, a influência de Abel e as lições associadas a ele estão reverberando ao longo dos séculos da história bíblica – mesmo até nossos dias.

Para obter uma imagem mais completa, será útil combinar as informações do Antigo Testamento sobre o segundo filho de Eva, com a citação apresentada acima.

Adão teve relações com Eva, sua mulher, e ela engravidou e deu à luz Caim. Disse ela: “Com o auxílio do Senhor tive um filho homem”.

Voltou a dar à luz, desta vez a Abel, irmão dele. Abel tornou-se pastor de ovelhas, e Caim, agricultor.

Passado algum tempo, Caim trouxe do fruto da terra uma oferta ao Senhor. Abel, por sua vez, trouxe as partes gordas das primeiras crias do seu rebanho. O Senhor aceitou com agrado Abel e sua oferta, mas não aceitou Caim e sua oferta. Por isso Caim se enfureceu e o seu rosto se transtornou.

O Senhor disse a Caim: “Por que você está furioso? Por que se transtornou o seu rosto?

Se você fizer o bem, não será aceito? Mas se não o fizer, saiba que o pecado o ameaça à porta; ele deseja conquistá-lo, mas você deve dominá-lo”.

Disse, porém, Caim a seu irmão Abel: “Vamos para o campo”. Quando estavam lá, Caim atacou seu irmão Abel e o matou.

Gênesis 4:1-8

Lições da vida de Abel

Com esses textos complementares à nossa frente, que lições aprendem os estudiosos cuidadosos da Bíblia a partir dos breves dados biográficos sobre Abel? O que é fé?

O caso de Abel define a natureza da “fé” válida.

Pela fé Abel ofereceu a Deus um sacrifício superior ao de Caim. Hebreus 11:4

O verbo “oferecer” reflete um ato de obediência (ver Hebreus 11:8). O rapaz não acreditava simplesmente que um sacrifício seria aceitável. Ele acessou a benção divina por meio da obediência a um método prescrito.

É comum acreditar na comunidade religiosa que “a fé é apenas uma vontade de aceitar fatos sobre o Senhor, combinada com uma disposição para confiar nele.” Nada poderia estar mais longe da verdade.

A fé não é validada como fé até que responda ao fazer o que Deus exige. É por isso que Tiago pode desafiar:

Mas alguém dirá: “Você tem fé; eu tenho obras”. Mostre-me a sua fé sem obras[obediência], e eu lhe mostrarei a minha fé pelas obras. Tiago 2:18

Os verbos de ação, ligados à expressão “pela fé”, em Hebreus, capítulo 11, são um testemunho vivo da natureza da fé genuína.

Ao longo do capítulo décimo primeiro de Hebreus, como os nobres personagens do Antigo Testamento entram em cena, fica claro que a frase “por fé” equivale a dizer que o crente cedeu à instrução divina.

No dicionário Vine observamos que o sacrifício de “por fé” de Abel baseava-se numa revelação que Deus havia feito (Vine,129). Compare o princípio estabelecido em Romanos 10:17.

Deus está observando

O caso de Abel revela que Deus está observando as vidas daqueles que ele criou. Isso é verdade para toda a nossa esfera de atividade em geral, e de nossa adoração em particular. Não somos livres para viver como quisermos, e não contabilizamos ninguém além de nós mesmos.

Os olhos do Senhor estão em toda parte, observando atentamente os maus e os bons. Provérbios 15:3 cf. Hebreus 4:13

Verdadeiro culto

A consideração das narrativas bíblicas demonstra claramente que a adoração envolve mais do que sinceridade por si só. Isso também traz substância.

Deus é espírito, e é necessário que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade. João 4:24

Não há nenhuma palavra de censura no texto sagrado que indica uma atitude inicialmente insincera em Caim.

Quando ele trouxe o “fruto da terra”, não há uma razão textual que sugira que ele era menos do que sincero em sua tentativa de adorar a Deus como ele achasse conveniente.

Em vez disso, seu erro, obviamente, era que ele acreditava no princípio da “substituição”, ou seja, não importava o que ele trouxe, desde que ele trouxesse algo.

Ele sentiu que ele poderia criar um plano, bem como qualquer um. Ele era o protótipo de Jeroboão, filho de Nebate, que criou seu próprio sistema religioso e, ao fazê-lo, “fez Israel pecar” (1 Reis 12:25ss; 14:16).

Assim, enquanto Abel ofereceu seus dons “pela fé”, Caim trouxe o seu pela “visão” (emoção, julgamento pessoal, etc.). Há uma grande diferença entre as duas abordagens.

A afirmação de alguns teólogos, é que o problema de Caim estava enraizado no fato de que ele não tinha um coração puro, mas que sua oferta era tão válida quanto a de Abel é uma suposição sem provas suficientes. (ver: Sailhamer, 61).

A raiva posterior de Caim não prova que sua oferta era falsa inicialmente. Além disso, o escritor de Hebreus diz especificamente que o “sacrifício” de Abel que era “mais excelente” do que o de seu irmão – e não a sua “disposição”.

Além disso, o fato de que João declarou que as “obras” de Caim eram malignas (1 João. 3:12).

Obediência condena a desobediência

Outra lição significativa ilustrada em relação a Abel é que a obediência genuína, por meio de contraste, condena a desobediência. Com frequência, a obediência desencadeia uma animosidade reacionária, se não uma perseguição definitiva.

O escritor de Hebreus, em conexão com a preparação da arca de Noé “pela fé”, afirmou que por sua obediência, Noé “condenou o mundo” (Hebreus 11:7). A obediência do patriarca, por seu forte contraste, condenou a desobediência de seus contemporâneos.

Da mesma forma, Caim, por algum meio, aprendeu que o Senhor aceitou as ofertas de seu irmão, mas rejeitou o dele.
(Gênesis 4: 5-6).

Ele estava então advertido de que sua raiva estava à beira de escalar até mesmo um nível mais profundo de pecado.

Quando sua raiva “concebida”, “produziu” o assassinato (ver Tiago 1:15). Um apóstolo inspirado comenta sobre este assunto da seguinte forma:

Esta é a mensagem que vocês ouviram desde o princípio: que nos amemos uns aos outros. Não sejamos como Caim, que pertencia ao Maligno e matou seu irmão. E por que o matou? Porque suas obras eram más e as de seu irmão eram justas. 1 João 3:11,12

A Influência Permanece: para o bem ou mau

Aprendemos com o caso de Abel que a influência de alguém ultrapassa os parênteses de sua breve permanência sobre a terra. Pense no mal que se seguiu após Darwin, Nietzsche, Lênin e Stalin.

Recordamos a influência de Adão cada vez que depositamos o corpo de um ente querido sob o solo de nosso planeta (ver Romanos 5:12).

Refletimos sobre a influência de Jesus de Nazaré, e seus discípulos – homens como Paulo.

Albert Barnes argumentou, com alguma força, que a influência das pessoas boas sobrevivem muito mais do que a dos mals (Barnes, 257). Houve um momento precioso durante o ministério de Jesus que ilustra maravilhosamente esse princípio.

Pouco antes de sua crucificação, Cristo estava em Betânia, a cidade onde Lázaro, Maria e Marta viveram. Durante uma ocasião especial, Maria veio e ungiu tanto a cabeça e os pés do Senhor com uma preciosa loção.

Judas (e provavelmente sob sua influência os discípulos também) queixou-se sobre o assunto, acusando a dócil senhora com “desperdício”. Mas Cristo elogiou o ato, sugerindo que simbolizava seu próximo sepultamento (Mateus 26:6-13; Marcos 14:3-9, João 11:55-12:11).

Então o Salvador disse a respeito de Maria:

Eu lhes asseguro que onde quer que este evangelho for anunciado, em todo o mundo, também o que ela fez será contado, em sua memória”. Mateus 26:13

Um ato aparentemente insignificante foi consagrado no “Salão da Fama dos Memoráveis”.

O que será dito em relação ao nosso legado – por nossas ações, ensino e a influência através de nossos filhos, netos, etc. – em épocas ainda por vir?

Há algo depois da morte

Finalmente, o fato de que a obediência de Abel é aplaudida mesmo séculos depois de sua voz ser apenas um eco do solo manchado de sangue (Gênesis. 4:10) constitui evidência sutil de que, após a morte, ele não desapareceu no esquecimento de um nada eterno, como materialistas poderiam acreditar.

Todas as nuances detalhadas dos dados bíblicos defendem a responsabilidade final e a administração da justiça divina.

Abel ainda está falando. Estamos ouvindo?

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

A Lei do Silêncio

Então disse Davi: Ninguém pode levar a arca de Deus, senão os levitas; porque o Senhor os escolheu, para levar a arca de Deus, e para o servirem eternamente. 1 Crônicas 15:2

O Primeiro Livro de Crônicas dos Reis no capítulo 15 contém um comentário interessante sobre algo ocorrido durante a administração de Davi.

Trata-se do transporte da Arca sagrada da Aliança na cidade de Jerusalém, centralizando assim a religião de Israel na nova capital do rei.

O registro teve seu segundo plano em 2 Samuel 6. Davi estava transportando a arca de Baal-Perazim para Jerusalém (vv. 1-5). O meio de transporte estava em um carro, o que, claro, violava a autoridade divina.

A lei autorizava o transporte da Arca apenas nos ombros dos sacerdotes, por meio de hastes que passavam por anéis ao lado do baú (Êxodo 25:12-14).

Uzá, que aparentemente estava dirigindo os bois, tocou a Arca para estabilizá-la quando os animais tropeçavam.

Imediatamente ele foi morto pelo Senhor, uma decisão divina que não agradou a Davi (2 Samuel 6:6-8).

O rei deve ter sentido alguma culpa já que ele foi o único que iniciou esse novo modo de transporte. No entanto, Davi reconheceu que não havia procurado o Senhor de acordo com a ordenança divina (1 Crônicas 15:13).

Agora, existe aqui um ponto muito importante que se relaciona com um método de interpretação bíblica.

De acordo com a lei de Moisés:

No mesmo tempo o Senhor separou a tribo de Levi, para levar a arca da aliança do Senhor, para estar diante do Senhor, para o servir, e para abençoar em seu nome até ao dia de hoje. Deuteronômio 10:8

Somente os levitas foram autorizados a carregar a Arca. O problema é que não existe nenhuma passagem que proibisse especificamente as outras tribos de transportar a arca sagrada.

Podemos concluir que o “silêncio” sobre não dizer que outras tribos poderiam carregar incorre em uma proibição?

Muitos hoje afirmam fortemente que o silêncio não é proibitivo. Compare, no entanto, Deuteronômio 10: 8 com 1 Crônicas 15:2. Davi disse:

Então disse Davi: Ninguém pode levar a arca de Deus, senão os levitas; porque o Senhor os escolheu, para levar a arca de Deus, e para o servirem eternamente. 1 Crônicas 15:2

À luz da declaração de Davi, o silêncio de Deuteronômio 10:8 era claramente proibitivo.

Davi compreendeu a importância de seguir a risca as ordenanças do Senhor, muitos de nós ainda hoje só aprendemos o quanto é importante seguir os passos do Mestre da pior maneira.

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

Palestinos: O Engodo dos Detectores de Metais

* Os detectores de metais são lugar comum nas mesquitas mais importantes do Oriente Médio, mais de 5.000 câmeras de vigilância (além de 100.000 agentes de segurança) monitoram os peregrinos que se dirigem para Meca na Arábia Saudita durante o Haj anual.

* Enquanto o terrorista estava sendo tratado em um hospital israelense, a Autoridade Palestina celebrava seu ato e deu início aos procedimentos segundo os quais ele receberá um salário de mais de US$3.000 por mês pela tentativa de se tornar “mártir” por intermédio do assassinato de judeus.

* Está na hora da comunidade internacional impedir que as portas fiquem abertas para que os radicais usem o povo palestino como peões para que atinjam seu objetivo maior, transparente a todos, incluindo a todos os muçulmanos: varrer Israel do mapa através da deslegitimação.

Após intensa pressão do mundo muçulmano e da comunidade internacional, Israel retirou todos os detectores de metais e infraestruturas de câmeras de vigilância do Monte do Templo em Jerusalém, local da Mesquita de Al-Aqsa.

Provavelmente para ofuscar a razão pela qual os detectores de metais foram realmente instalados: um ataque terrorista desferido em 14 de julho, no qual três cidadãos árabes israelenses assassinaram dois policiais drusos israelenses com armas que eles haviam escondido no interior da mesquita. A Autoridade Palestina (AP) pediu aos muçulmanos para que boicotem o Monte do Templo e lancem o “Dia da Ira” contra o estado judeu.

Os palestinos, alegando que os detectores de metais eram uma “profanação” da mesquita – que se encontra, na realidade no lugar mais sagrado do judaísmo e também é o terceiro lugar mais sagrado do Islã – entraram em violentos confrontos com as forças de segurança israelenses. O presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, fez duras críticas a Israel e conclamou os muçulmanos a “protegerem” Jerusalém.

Um adolescente palestino postou no Facebook sua intenção de se tornar “mártir”, antes de entrar na casa de uma família judia na Cisjordânia e massacrar três de seus membros. Enquanto este terrorista estava sendo tratado em um hospital israelense, a Autoridade Palestina celebrou seu ato e deu início aos procedimentos segundo os quais ele receberá um salário de mais de US$3.000 por mês pela tentativa de se tornar “mártir” por intermédio do assassinato de judeus.

Na sequência, em 23 de julho, um terrorista na Jordânia – país que tem a custódia do sítio religioso do Monte do Templo através da Waqf islâmica – atacou um agente de segurança israelense no complexo da embaixada de Israel em Amã. Em ato de legítima defesa, o oficial disparou sua arma e o matou, atingindo outro jordano em meio ao fogo cruzado. Em um acordoentre Israel e as autoridades jordanianas, o guarda e demais funcionários da embaixada foram liberados, ao que tudo indica, em troca da promessa de que os detectores de metais seriam removidos da entrada do Monte do Templo.

Os detectores de metais, no entanto, não tinham nada a ver com o verdadeiro motivo do clima de ebulição – encorajado pela facção Fatah do presidente palestino Mahmoud Abbas e pela organização terrorista Hamas, que governa a Faixa de Gaza – apesar do fato da instalação ter sido motivado devido ao ataque cometido por muçulmanos israelenses contra drusos israelenses. Na realidade, as medidas de segurança tomadas por Israel tinham como objetivo proteger a todos que entrassem no lugar sagrado – onde somente muçulmanos têm permissão para orar, ao passo que cristãos e judeus podem visitar o local unicamente sob rigorosa vigilância.

A prova de que a violência não foi provocada por medidas que visavam efetivamente impedir que terroristas infiltrassem armas letais no Monte do Templo reside no fato de que os detectores de metais são lugar comum nas mesquitas mais importantes do Oriente Médio, mais de 5.000 câmeras de vigilância (além de 100.000 agentes de segurança) monitoram os peregrinos que se dirigem para Meca na Arábia Saudita durante o Haj anual. Fora isso, todos que visitam o Muro das Lamentações em Jerusalém, outro lugar sagrado judaico, são obrigados a passar por detectores de metais antes de entrarem no sítio – a medida é tida como líquida e certa.

A continuidade da incitação contra os israelenses – desta vez usando o pretexto dos detectores de metais como desculpa para afirmar que o estado judeu está tentando mudar o “status quo” do Monte do Templo – não só desgraça o Islã, fere os palestinos que o mundo diz defender.

Está na hora da comunidade internacional reconhecer isso e impedir que as portas fiquem abertas para que os radicais usem o povo palestino como peões para que atinjam seu objetivo maior, transparente a todos, incluindo a todos os muçulmanos: varrer Israel do mapa através da deslegitimação.

Khadija Khan é jornalista e comentarista paquistanesa, atualmente radicada na Alemanha.

Traduzido por Joseph Skilnik do original em inglês: Palestinians: The Metal Detector Scam

Fonte: Instituto Gatestone

Divulgação: www.juliosevero.com

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

Israel, Um Povo Muito Especial – Parte II

Não é sem motivo que a terra de Israel é o ponto central da história do mundo e da religião.

O Povo Eleito

Não é sem motivo que a terra de Israel é o ponto central da história do mundo e da religião.

Nunca houve neste mundo algo sequer remotamente comparável à história e à sobrevivência do povo judeu. Sua própria existência configura um milagre. É verdade que no passado sempre existiram grandes povos e soberanos. Reis e ditadores têm exercido seu domínio, em parte sobre regiões imensas. No entanto, praticamente nada permanece da sua importância, exceto achados arqueológicos em museus e algumas citações nos livros de história. Estas falam de grandes nomes e feitos e de guerras terríveis. Todavia, quase sempre a força vital desses povos esgotou-se nisso. Sua história é composta de constantes idas e vindas. Um povo substitui outro. Hoje ainda uma potência mundial pode tornar-se amanhã quase inexistente ou, no mínimo, desinteressante. Contudo, Israel, o povo de Deus, permanece para sempre!

Tu mesmo fizeste de Israel o teu povo particular para sempre, e tu, ó Senhor, te tornaste o seu Deus” (2Sm 7.24).

Com nenhuma outra nação Deus agiu como fez com o povo judeu. Ao longo de sua história de 4.000 anos, ele foi por duas vezes expulso totalmente da sua terra, e por duas vezes retornou a essa mesma terra. Nenhuma outra nação na história da humanidade foi desarraigada duas vezes da sua terra, dispersa até os confins da Terra e trazida de volta à mesma região. E se o primeiro exílio – no cativeiro babilônio – e o posterior retorno já foram algo incomum, o retorno dos judeus nos tempos modernos, depois de quase 2.000 anos de dispersão pelo mundo, é um absoluto milagre.

Nada mais do que seis anos após a Conferência de Wannsee, em que os nazistas decidiram a aniquilação definitiva da “raça judia” – a assim chamada solução final da questão judaica, que vitimou seis milhões de judeus – proclamou-se em 14 de maio de 1948 o novo Estado de Israel. Duas vezes ao longo de sua história Israel foi dissolvido e duas vezes perdeu sua independência nacional. Jerusalém, sua capital, foi arrasada, e o centro da sua vida religiosa, o Templo, foi profanado e destruído. As cidades e os povoados de Israel foram devastados, o povo deportado e disperso por terras estrangeiras. Mesmo assim, tudo foi duas vezes reconstruído, habitado e desbravado.

Se o próprio Deus vivo não fosse o seu Deus e se Ele não cumprisse suas promessas, também Israel não existiria mais: teria desaparecido há muito tempo, do mesmo modo como outros povos antigos. Afinal, onde estão hoje os hititas, jebusitas, fenícios, moabitas, babilônios, medos e como quer que se chamem?

Nenhuma outra nação ou etnia jamais foi dispersa em todas as direções para depois, apesar disso, sobreviver como grupo facilmente reconhecível e identificável. Do extremo Oriente ao Oeste bravio, das alturas do Norte às profundezas do Sul, não há quase nenhuma nação que não tenha abrigado judeus. O espantoso é, porém, que o povo judeu sobreviveu como povo em vez de submergir nas grandes maiorias dos outros povos com que foi misturado. Devemos ter em mente que não se trata do período de uma geração ou mesmo de um século, mas de praticamente 2.000 anos. Durante todo esse longo período, o povo judeu continuou sendo o povo judeu. Até mesmo o idioma hebraico não se perdeu, mas foi reavivado. Quantas vezes esse povo foi cruelmente perseguido e violentamente dizimado! Tentou-se extingui-lo e ele foi empurrado de um país para outro. O grande adversário de Deus queria e quer aniquilar essa “prova divina”, o povo judeu.

Pogroms e perseguições contra judeus não ocorreram somente na Alemanha, mas também na Romênia, na Rússia, na Espanha, na França, na Polônia – praticamente no mundo todo. Até agora, as nações árabes desencadearam seis guerras contra Israel, e até hoje sua população é pressionada por meio de terrorismo e provocações. Por um lado, esse povo talvez seja admirado e respeitado, mas por outro é ainda muito mais odiado e desprezado. Mesmo assim, ou talvez até por causa disso, sua longa e penosa trajetória cheia de tanta dor, lágrimas e sangue não dobrou o povo. Sua identidade e nacionalidade se manteve com todas as suas particularidades, e sempre se destaca com nitidez. Assim torna-se inevitável perguntar o que fez com que os judeus se mantivessem ao longo dos milênios. Como é possível que esse povo exista até hoje com sua identidade étnica?

Há de existir alguém sobrenatural por trás disso, que zela por esse povo e não permite que desapareça do cenário e do mapa mundial. Se o próprio Deus vivo não fosse o seu Deus e se Ele não cumprisse suas promessas, também Israel não existiria mais: teria desaparecido há muito tempo, do mesmo modo como outros povos antigos. Afinal, onde estão hoje os hititas, jebusitas, fenícios, moabitas, babilônios, medos e como quer que se chamem? Desapareceram, e no entanto eram povos grandes e poderosos, em parte altamente cultos.

A história de Israel começou com um único homem – Abrão – a quem Deus Se revelou há cerca de 4.000 anos, e ela se estende até o dia de hoje. Quem já esteve em Israel teve a oportunidade de experimentar e ver com os próprios olhos este fato. Nós que vivemos hoje somos testemunhas contemporâneas deste povo e da história de Deus com o Seu povo. Podemos enxergar a presença de Deus e como Ele mantém o controle nas mãos. Cada vez mais, a história de Deus com os homens se desenrola no ponto central da Terra, na região mais importante do mundo, em Israel (ver Ez 5.5). Aquele é o ponto de encontro de três continentes (Europa, Ásia e África) e, principalmente, das três religiões monoteístas (judeus, cristãos e o islã). Não é sem motivo que essa terra é o ponto focal da história do mundo e da religião. O fio condutor da história desse povo jamais se rompeu – ainda que vez por outra assim parecesse. — Thomas Lieth

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

Chegará o Império da Europa?

Especula-se muito sobre o papel da Europa na profecia bíblica. Ainda que muitas coisas permaneçam obscuras, existem algumas indicações dignas de nota em Daniel e no Apocalipse.

Especula-se muito sobre o papel da Europa na profecia bíblica. Ainda que muitas coisas permaneçam obscuras, existem algumas indicações dignas de nota em Daniel e no Apocalipse. Eis aqui um breve resumo.

Babilônia há 2.600 anos: o rei Nabucodonosor tem um sonho. Ele vê “uma estátua enorme”, que é esmagada por uma grande pedra. A cabeça da estátua era “de ouro puro, seu peito e os braços, de prata, o ventre e os quadris eram de bronze, as pernas eram de ferro, e os pés eram em parte de ferro e em parte de barro” (Dn 2.31-34). Mais adiante, Daniel explica que essa imagem representa quatro impérios em sequência: o babilônico, o medo-persa, o greco-macedônico e o romano. De fato esses impérios se sucederam na história mundial e desapareceram um após o outro – exatamente como declara a profecia bíblica. Ou não? O Império Romano não foi esmagado de um golpe, mas esfacelou-se aos poucos.

A explicação é simples: o Império Romano voltará e só então sucumbirá de fato. Após a descrição do “quarto reino” (Dn 2.40), Daniel fala claramente de um “reino dividido” (Dn 2.41). Mesmo assim, ali não está falando de um quinto império. Note o que Nabucodonosor viu: o Império Babilônico, de ouro, é substituído pelo Império Medo-Persa, de prata. O Império Medo-Persa é substituído pelo Império Greco-Macedônico, de bronze, e o Império Greco-Macedônio é substituído pelo Império Romano, de ferro.

Portanto, o império de ferro se levantará novamente. Apenas se acrescentará barro ao ferro. No mais, o “império dividido” é o mesmo que o das “pernas de ferro”.

Daniel 7, onde esses impérios são representados por animais, confirma isso: fala-se de apenas quatro animais. O domínio romano do quarto animal parece apresentar-se aqui como um período contínuo, sem interrupção. Apesar dos dois diferentes estágios, trata-se do mesmo Império Romano.

Patmos, 700 anos depois: a maior parte do sonho de Nabucodonosor já se realizou. O quarto império, o Romano, de ferro, domina o mundo conhecido da época. João, exilado em Patmos “por causa do testemunho de Jesus Cristo”, recebe uma revelação do Senhor a respeito do que “em breve há de acontecer” (Ap 1.1). Entre outras coisas, ele vê “uma besta que saía do mar. Tinha dez chifres e sete cabeças, com dez coroas, uma sobre cada chifre, e em cada cabeça um nome de blasfêmia (Ap 13.1). Comparando-se Daniel 7 com Apocalipse 13, fica claro que João vê o surgimento de um império futuro. Ou melhor: o ressurgimento de um império. Afinal, consta ali que “uma das cabeças da besta parecia ter sofrido um ferimento mortal, mas o ferimento mortal foi curado” (Ap 13.3a; cf. 17.8a). No futuro, um Império Romano revivido ocupará o palco do mundo. Os ímpios “ficarão admirados quando virem a besta, porque ela era, agora não é, e entretanto virá” (Ap 17.8b; 13.3b).

“dragão”, ou seja, o diabo, dará ao Império Romano revivido “o seu poder, o seu trono e grande autoridade” (Ap 13.2; cf. v. 4)Segundo Apocalipse 17.8, a besta „está para subir do abismo“O Império Romano revivido terá origem diabólica, o que significa que esse império se insurgirá sem restrições contra Deus (Ap 13.1). Seu caráter diabólico ficará evidente pelo fato de os crentes serem perseguidos da forma mais atroz durante esse período (Ap 13.7). Em Daniel 7.21, o soberano humano desse império é chamado de “chifre” que guerreia “contra os santos” e os derrota. Como ocorre frequentemente, o rosto do império é determinado por aquele que o domina. Em outras palavras: o império reflete seu soberano.

No entanto, esse soberano e seu império “caminha[m] para a perdição” (Ap 17.8). Seu tempo está delimitado com precisão: quarenta e dois meses ou três anos e meio (Ap 13.5). Com a batalha final do Armagedom, o domínio romano será encerrado para sempre (Ap 16.14; 19.19). Daniel 7.11 descreve esse dramático acontecimento de forma incisiva: “Fiquei olhando até que o animal foi morto, e o seu corpo foi destruído e atirado no fogo”. Depois disso, o Império Romano nunca mais se levantará, mas dará lugar a um “reino eterno”, a saber: o Reino de Deus (Dn 7.27). — J. C. Van de Haar

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

Desesperado?

Muitas vezes oramos, mas não cremos. Clamamos, mas não esperamos que algo aconteça. Deus já ligou a luz, mas nós ainda estamos de olhos fechados.

… uma luz brilhou na cela” (Atos 12.7).

“Tiago – meu irmão!” – Como Pedro deve ter sofrido quando soube da execução de Tiago. Ele foi decapitado por ordem de Herodes. Agora o próprio Pedro estava na prisão. Acorrentado. Vigiado por 16 soldados. O choque sofrido pela igreja foi profundo. Quem seria o próximo?

Você conhece algo semelhante? Subitamente tudo escurece em sua vida. Nuvens negras o amedrontam. A pressão das circunstâncias está como um peso em sua alma. A sua fé começa a vacilar. E agora? Como consigo me arranjar com a realidade da situação? Devo me resignar? Devo contar com o pior? Ah, como me alegro toda vez que leio essas palavras: “… mas a igreja orava intensamente a Deus por ele” (Atos 12.5). Enquanto isso, Pedro dormia tranquilamente como uma criança nos braços de sua mãe. No entanto, o céu estava alarmado. Um anjo desceria para libertar Pedro da prisão. E, devido à presença do anjo, subitamente ficou claro como o dia na cela. A luz de Deus preencheu o local.

Então houve a imediata ação de libertação. Um toque no lado e o chamado: “Pedro, depressa, levante-se!”. As correntes caíram de seus braços – simples assim! Pedro vestiu o manto, pegou o cinto e as sandálias e, sonolento, seguiu caminhando após o anjo. A porta para a liberdade abriu-se por si. Somente então Pedro se deu conta de que a mão de Deus estava agindo.

Enquanto isso, a igreja estava de joelhos. Os intercessores estavam batendo incessantemente às portas de Deus. Que maravilhosa comunhão de oração é essa quando o coração do Pai Celestial é importunado!

A seguir, Pedro estava diante da porta. Ele bateu, insistiu, queria entrar na casa, esperou impaciente que alguém lhe abrisse. A serva da casa, a querida Rode, ouviu a conhecida voz de Pedro e imediatamente voltou para a sala e anunciou, alarmada, aos intercessores que estavam aos prantos: “Pedro está diante da porta!”. Os outros, porém, achavam que ela não estava bem da cabeça: “Você não é normal! – Você está fora de si!”.

Sim, nós somos exatamente assim! Oramos, mas não cremos. Clamamos, mas não esperamos que algo aconteça. Deus, já há algum tempo, ligou a luz, mas nós ainda permanecemos com os olhos fechados. Muitos cristãos ficam tão impressionados com os fatos e a realidade que sua oração se assemelha a um cheque sem assinatura. Sem qualquer valor! Sabem que Deus atende orações, mas não as deles. Sabem que Deus realiza milagres, mas não para eles. Eles fixam o olhar nas profundezas de seus sentimentos obscuros e contam com qualquer coisa, menos com a intervenção do seu Salvador Onipotente.

A oração de muitos cristãos se assemelha a um cheque sem assinatura.

Imagine que, ao final de uma reunião de oração, alguém fala um sonoro “amém” e agradece a Deus nesses termos: “Senhor Jesus, agradecemos que atendeste todas as orações e certamente atenderás as que contribuírem para a tua glorificação”. Nesse ponto surge um problema: não lembramos mais daquilo pelo qual oramos. Resultado: expectativa zero!

Continuando: nós reagimos com insegurança e assustados quando somos atendidos espontaneamente. E, finalmente: nós talvez até consideremos as nossas súplicas como se fossem uma exigência absurda diante de Deus. É justamente isso o que o inimigo quer que aconteça. Ele não se opõe às suas orações, mas se opõe à sua fé sincera. Ele não se opõe à sua longa lista de pedidos de oração, mas se opõe à sua inabalável confiança. Algo curioso! Quando, na sua infância, você pedia e sua mãe lhe servia um copo de limonada, você alguma vez ficou assustado por isso? Isso não era a coisa mais natural do mundo? Qual é então a razão para a nossa expectativa diante da amorosa providência de nosso Pai Celestial ser tão miserável? Qual é a razão que nos faz ter tão pouca alegria nessa expectativa? Qual é o grau de grandeza que atribuímos para aquele que entregou sua vida em nosso lugar? O Senhor Jesus não deseja apenas varrer as dificuldades do nosso caminho, mas quer se manifestar em tudo como o Maravilhoso que ele é! O Senhor quer a nossa admiração porque a solução e a vitória têm a assinatura dele. Outrora a de Pedro, hoje a nossa! — Manfred Paul

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

Arábia Saudita, que ameaça guerra por causa da internacionalização de seus locais santos islâmicos, quer a internacionalização de Jerusalém e outros locais santos israelenses

O ministro saudita das relações exteriores chamou o que ele disse era a reivindicação do Catar pedindo uma internacionalização da peregrinação muçulmana à Meca uma declaração de guerra contra a Arábia Saudita, conforme noticiado pela Reuters.

“As reivindicações do Catar para internacionalizar os locais santos é agressiva e uma declaração de guerra contra o reino [da Arábia Saudita],” disse o ministro.

“Nós nos reservamos o direito de responder a todos os que estejam trabalhando para internacionalizar nossos locais santos,” disse ele.

Compreendo os sentimentos sauditas. Jesus disse acerca desses sentimentos:

“Portanto, tudo quanto quereis que as pessoas vos façam, assim fazei-o vós também a elas.” (Mateus 7:12 King James Atualizada)

Então se a Arábia Saudita não quer a internacionalização de seus próprios locais santos islâmicos, por que ela quer a internacionalização de Jerusalém e outros locais santos israelenses?

Por anos a Arábia Saudita, a Turquia, o Vaticano e os Estados Unidos estão, de acordo com o WND, trabalhando num plano para internacionalizar Jerusalém e outros locais santos israelenses. E Israel, pacificamente, não tem declarado nenhuma guerra aos planejadores intrusivos.

O que protege os locais santos sauditas da internacionalização é a ira islâmica “santa,” que é bem manifesta nos muitos grupos islâmicos radicais, inclusive o ISIS, apoiados pela Arábia Saudita.

O que protege Israel é o Deus da Bíblia.

Em 5 de abril de 1945, o presidente americano Franklin Delano Roosevelt se encontrou com o rei Abdul Aziz ibn Saud, o fundador da Arábia Saudita, e lhe garantiu que ele não deixaria o Estado de Israel nascer. Ele morreu antes de cumprir sua promessa.

Deus luta por Israel!

A Arábia Saudita, a Turquia, o Vaticano e os Estados Unidos não têm absolutamente nenhum direito de decidir nada sobre Jerusalém e outros locais santos israelenses, pois esses locais pertencem exclusivamente a Deus e ele já os deu a um só povo: os judeus.

Mesmo assim, Arábia Saudita, a Turquia, o Vaticano e os Estados Unidos têm, por meio de suas decisões intrusivas, impedido Israel de ter o que por direito é dele.

Por que a Turquia, o Vaticano e os Estados Unidos não impedem a Arábia Saudita de ter seus locais santos?

Alguns poderiam perguntar: “Se Deus luta por Israel, por que ele não tem protegido Israel das decisões intrusivas da Arábia Saudita, Turquia, Vaticano e Estados Unidos?”

Israel está preparado para manter Jerusalém? Hoje, até mesmo sob o governo direitista de Benjamin Netanyahu, Jerusalém tem paradas homossexuais. Nenhuma outra nação no Oriente Médio tem tal espetáculo abominável de depravação. Israel está desafiando a Deus com um dos pecados mais horríveis condenados por Deus.

Deus não deu Jerusalém para sodomitas. Ele a deu para os judeus. Se os judeus quiserem que Deus confirme Jerusalém em suas mãos, eles precisam parar de celebrar a sodomia.

Se Deus não poupou Sodoma por causa do pecado homossexual, como é que ele poderia tolerar uma Jerusalém moderna celebrando a homossexualidade e o aborto? Sim, Israel tem uma das leis de aborto mais liberais do mundo e é o único país do Oriente Médio com tal lei assassina.

Deus quer lutar para que Jerusalém esteja exclusivamente sob propriedade judaica, mas os judeus não estão cooperando. Seus pecados pesados estão impedindo.

O mesmo Deus que disse que Jerusalém pertence aos judeus também disse que a homossexualidade é uma abominação.

O mesmo Deus que disse que Jerusalém pertence aos judeus também puniu, com destruição total, Sodoma por causa de seus pecados homossexuais.

Por que ele deveria tolerar uma Jerusalém que celebra o pecado que destruiu Sodoma?

Mesmo assim, a Arábia Saudita não tem nenhum direito de fazer com Jerusalém e outros locais santos israelenses o que ela não quer que outras nações façam com os locais santos islâmicos sauditas.

Com informações do WND e Reuters.

Versão em inglês deste artigo: Saudi Arabia, which Threatens War over the Internationalization of Its Islamic Holy Sites, Wants the Internationalization of Jerusalem and Other Israeli Holy Sites

Fonte: www.juliosevero.com

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

O Adventismo é uma seita?

 
Introdução
 
“Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos; porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te”. 2 Timóteo 3:1-5 (grifo do autor)
 
Guilherme Miller
 
Guilherme Miller foi um fazendeiro americano que nasceu no ano de 1787 em Pittsfield, Massachutss, e morreu em Low-Hampton, em 1849. Era um pregador itinerante da Igreja Batista que, usando uma chave bíblica, começou a estudar porções proféticas e apocalípticas da Bíblia. Apaixonou-se por esse estudo de tal maneira, que passou a tirar suas próprias conclusões dos estudos.
Uma de suas características era colocar datas nas profecias bíblicas. Dessa maneira, chegou à conclusão de que os 2.300 dias de Daniel 8:13-14, começando com a data do mandamento para a restauração de Jerusalém (dado de 457 Antes de Cristo) e os 1355 dias do mesmo profeta em Daniel 12:12, que constituiriam a ultima parte dos 2.300 de Dn 8:14, se completariam por volta de 1843 da nossa era. Afirmou também, de forma interpretativa, que a purificação do templo significava a purificação da terra na época da volta de Cristo. De acordo com os dias-anos de Daniel, começou a pregar que a volta de Cristo ocorreria entre 21 de março de 1843 de 21 de março de 1844. Como Cristo não voltou dentro do tempo previsto e até agora não voltou (março de 2005), Miller alegou naquela época erro de calculo por ter usado o calendário hebraico em vez do romano e marcou outra data para 22 de outubro de 1844. Tendo se decepcionado novamente, teve que fugir de uma multidão enfurecida e frustrada pela inútil espera. Depois disso, cessou suas atividades, desistiu da nova religião e voltou à comunidade com a igreja Batista da qual era membro.
Enquanto estudava as profecias, Miller chegou a escrever e publicar algumas obras como: “O Grito da Meia Noite”, “Os Sinais dos Tempos”, “A Trombeta de Alarme – obras que provocaram expectativas nas pessoas e que foram muito lidas no seu tempo. Com a base da pregação era a volta de Cristo, Miller e suas seguidores receberam o apelido de “adventistas”.
 
Ellen G. White
 
Dentre os fiéis seguidores de Miller estava a Sra Ellen G. White que, depois de ver fracassado outras tentativas de marcação de datas por parte de alguns adventistas remanescentes, afirmou ter tido visões dos céus que lhes revelara toda a verdade.
Ellen Gold White nasceu em 1827 e morreu em 1915. Diante dos fracassos das profecias de Miller, afirmou ter tido uma visão, na qual Cristo teria realmente voltado em 1843. No seu livro “Spiritual Gilfts”, afirma: “Eis que vi que Deus estava na proclamação do tempo em 1843”.
É aí que surge a sua famosa teoria do santuário. Afirmava ela que o santuário de Daniel 8:13-14 está no céu e não na terra. Cristo teria vindo em 22 de outubro de 1844 a esse santuário do céu, para purifica-lo, o que ainda está fazendo; depois, sim viria à terra. Sua vinda a esse santuário, por ser no céu, logicamente foi invisível aos homens. O próprio Guilherme Miller não aceitou essas “boas novas” e continuou afastado do movimento.
Muitas outras datas foram marcadas. Quase que uma por ano, até 1877, quando finalmente desistiram, deixando a coisa por conta do próprio Cristo.
O grupo dos seguidores de Ellen White ficou conhecido como “adventistas” até 1860. A partir daí, devido às visões da Sra. White sobre a guarda do sábado, passou a ser denominado de “Adventistas do Sétimo Dia”.
Em 1874, enviou seu primeiro missionário à Suíça; em 1894, outro foi enviado à África do Sul; em 1863 já tinham uma organização nacional com cerca de 125 igrejas e 3500 membros. A guarda do sábado se iniciou no fim do ano de 1844.
Ellen White passou a ser considerada como mensageira do Senhor e profetisa dos adventistas. Conquistou muitos adeptos, através dos seus escritos que são divulgados até hoje. Junto com ela, muitos dos fundadores inventaram as mais diversas doutrinas que, após a aprovação da Sra White, eram pregadas e ensinadas ao povo.
Os Adventistas do Sétimo Dia consideram os livros da Sra. White inspirados por Deus, da mesma forma como a Bíblia o é. Seu livro “O Conflito dos Séculos” é considerado sua obra-prima, uma verdadeira “bíblia” adventista, divulgado amplamente em todo o mundo. Calculam já terem vendido mais de 5.000.000 exemplares somente desta obra. Outros livros de muita importância para eles são: “Vida de Jesus”, “Patriarcas e Profetas”, “Vereda de Cristo”, “O Desejado de Todas as Nações” e outros da autoria da Sra. White.
 
O Adventismo do 7º Dia
 
Como definir essa seita? Não podemos dizer que é uma denominação evangélica. Também não podemos dizer que não prega o Evangelho de Jesus Cristo. Afinal, fala muito de Jesus Cristo e prega grandes verdades do cristianismo. Os adventistas têm uma rede hospitalar muito boa, um serviço social considerado como um dos melhores do mundo, e procuram viver uma vida piedosa como convém ao bom cristão.
Talvez possamos dizer que, no que pese as suas qualidades, não são um povo que vive a verdadeira fé em Nosso Senhor Jesus Cristo. Suas doutrinas e sua visão do mundo destoam grandemente das doutrinas e da visão do mundo de todas as denominações cristãs.
Eles se consideram como “a ultima igreja” de que fala a profecia bíblica. Dizem ser mais do que um movimento eclesiástico. Consideram-se possuidores do juízo de Deus para proclamar ao mundo. Interpretam sua missão como ajuda para preparar o homem para a vinda do Senhor; isso explica o seu zelo pela evangelização, que é dirigida mais aos evangélicos, na tentativa de “convence-los do erro” do que aos não crentes. É por isso que, dificilmente encontramos um adventista que tenha tido um passado mundano. Quase todos, ou são filhos de adventistas, ou são oriundos das mais diversas denominações protestantes. Poucos são, também, os católicos que lá se encontram.
Os adventistas se acham donos da verdade absoluta. Por isso mesmo, não conseguem trabalhar em harmonia com os demais e trabalham ativamente para conseguir adeptos dentro das outras denominações: Nesse ponto podemos questionar o seu “zelo” evangelístico. Pregam para quem já conhece o Evangelho e está comprometido com ele, e sua mensagem não se fundamenta na verdade salvadora, que foi revelada por Deus, nas Sagradas Escrituras.
 
As Doutrinas
 
Os Adventistas tem quatro pontos doutrinários principais e que são totalmente diferentes da interpretação realmente bíblica:
1- O ESTADO DA ALMA DEPOIS DA MORTE – Afirmam que, depois da morte, somos reduzidos ao silêncio. Que morte é morte mesmo, incluindo a própria alma. Ao morrer, o homem deixa realmente de existir. Vejamos o que diz a Bíblia a esse respeito em Lc 16:22-23, Fp 1:23, 2Co 5:1 e Sl 73:24-25. Em todas essas passagens notamos que após a morte existe vida. Não existe silêncio após a morte.
2- O ANIQUILAMENTO DOS IMPIOS – Os adventistas dizem que o pecados e os pecadores serão exterminados para sempre, e tudo se fará limpo no universo quando acabar a controvérsia entre Cristo e Satanás; isso também é contrário ao que temos em Romanos 2:6-9 e Apocalipse 20:10-14. Haverá um lugar destinado aos ímpios onde haverá muito sofrimento e sofrimento eterno. Portando a Bíblia não diz que haverá extermínio eterno como os adventistas dizem.
3- A EXPIAÇÃO DE CRISTO – Aqui se encontra um dos erros mais cruciais da doutrina adventista. Tentando corrigir o erro de Miller, a Sra White dizia que Ele voltou em 1844, não para a terra, como pensava Miller, mas para algum outro lugar próximo da terra, e esse lugar não poderia ser outro senão o céu. Ora, segundo ela, quando Cristo entrou no santuário celeste, a porta foi fechada. Cristo está fazendo um “juízo investigativo”, examinando tudo e mostrando ao Pai Celestial aqueles que têm os méritos de gozar dos benefícios da expiação. Agora, somente os que já estão no santuário estão salvos. Os demais, se não aceitarem as doutrinas da Igreja Adventista não têm chance de se salvar, pois a verdade está com eles.
4- A QUESTÃO DO SÁBADO – Diz a Sra White que teve uma visão onde havia uma arca no céu e nela se destacavam os dez mandamentos. Dos mandamentos se destacava o quarto, porque se apresentava dentro de um circulo de luz. Entendeu ela que este quarto mandamento precisava receber maior atenção do que os demais, porque era o mais negligenciado pelos cristãos da época.
Os adventistas, com isso estão preocupados em guardar um dia determinado pela Lei de Moisés. Afirmam que o sábado é anterior à Lei, e que por isso mesmo não pertence à Lei. Tomam, para esse argumento, o fato de ter Deus feito o mundo em seis dias e descansado no sétimo.
Se partirmos do principio da criação, para construir o calendário, a historia complica. Deus criou o homem no sexto dia. O sétimo dia da criação foi, portanto, o primeiro dia da semana do homem. Não se justificaria o homem ser criado em um dia e já descansar no próximo. Assim, o sétimo dia de Deus é o primeiro do homem. Seguindo a semana, de acordo com essa lógica, o dia de descanso do homem seria na sexta-feira.
 
J. Cabral, no seu livro “Religiões, Seitas e Heresias”, apresenta-nos, com muita propriedade, algumas razões pelas quais os cristãos não guardam o sábado. Vejamos:
a) Deus aborrece o sábado, porque envolve um preceito cerimonial carente da verdadeira fé. Isaías 1:13
b) O sábado faz parte da lei e esta foi cumprida por Cristo. Mateus 5:17
c) O sábado faz parte de um concerto ou pacto entre Deus e o povo israelita. Êxodo 20:1-2
d) Antes do concerto do Sinai Deus não ordenou a ninguém que guardasse o sábado. Gn 3:17
e) O sábado consta do Decálogo (os Dez Mandamentos), e esta não é a parte mais importante da Lei de Deus. Mateus 22:36-40
f) A palavra “lei” em nenhuma das 395 vezes que ocorre na Bíblia se refere somente ao decálogo. Gálatas 5:4 e Gálatas 3:10
g) Os Dez Mandamentos são apenas um resumo da Lei. Mateus 22:40
h) O sábado não é uma instituição perpetua para outros povos, senão para os judeus. Êxodo 31:17
i) Jesus foi a ultima pessoa que teve obrigação de guardar o sábado. Gálatas 4:4-5
j) Estamos em um novo concerto – Mateus 26:28
k) Jesus nunca mandou ninguém guardar o sábado
l) O Apostolo Paulo que era o apostolo dos gentios, nada ensinou acerca da guarda do sábado.
m) A igreja primitiva guardava o domingo.(Não foi instituído pelo papa nem por Constantino, como dizem os sabadistas. Constantino apenas oficializou algo que existia desde os primórdios do cristianismo).
n) Não estamos ligados a um lugar ou a um tempo para adorar a Deus. Jesus deixou isso bem claro. João 4:24
o) Os crentes que começaram a guardar o sábado e outros dias foram alertados pelo Ap. Paulo, pois poderiam se desviar do caminho. Gálatas 4:9
Outras Falsas Doutrinas
 
* Todos os grupos religiosos cristãos ou não, constituem “A Grande Babilônia” e serão rejeitados por Deus. Somente os adventistas foram o verdadeiro povo de Deus.
* Os testemunhos ou escritos da Sra White são inspirados exatamente como a Bíblia e têm o propósito de interpretar a Bíblia.
* Quando Cristo vier, levará apenas 144.000 crentes, e este número será composto inteiramente daqueles que guardam o sábado.
* O “resto” de que se fala em Apocalipse 12:17, como aqueles que “guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus Cristo”, são os adventistas, a única igreja verdadeira.
* Os mortos tantos os santos como os pecadores, descansam nas sepulturas completamente inconscientes até a ressurreição.
* Este mundo é o abismo onde Satanás será lançado durante mil anos.
É interessante como os adventistas ainda aceitam tais ensinamentos como verdadeiras revelações. A história do adventismo mostra muito bem como as revelações foram falhas:
* O líder Guilherme Miller marcou o ano de 1844 para o fim do mundo.
* Durante o ano de 1844 os adventistas deram gratuitamente suas propriedades, porque criam que não teriam mais necessidade de cosias materiais, uma vez que naquele mesmo ano, Jesus Cristo voltaria.
* Por muitos anos os adventistas disseram que plantar uma arvore era negar a fé. Tampouco não colocavam as crianças nas escolas, por achar que seria inútil. Antes mesmo que a arvore desse fruto ou as crianças aprendessem qualquer coisa, Jesus viria ao mundo.
* A Sra White insistiu por muito tempo com uma mensagem de dizia ser uma “revelação”, na qual as mulheres deveriam usar uma saia curta por cima das calças compridas iam até os tornozelos (uma maneira reformada de vestir, segundo ela). Tal revelação não pegou e ela ficou desacreditada.
* Por muito tempo, foi considerado um grande pecado entre os adventistas, organizar ou escolher um nome para a igreja. Compreendiam que agir assim seria “A Grande Babilônia”, ou seja, a igreja caída.
* Como já vimos, os sabatistas são abundantes nos seus erros e nas suas heresias. O fato de, em determinadas doutrinas, misturarem verdade e erro, faz com que enganem a muitas pessoas sinceras e interessadas em encontrar a verdade. Infelizmente, tal mistura, por muitas vezes, têm desviado crentes sinceros de suas igrejas, pensando terem encontrado uma doutrina inspirada por Deus.
* Qualquer pessoa que tenha um mínimo conhecimento de regras de interpretação de textos bíblicos, certamente não terá dificuldade para compreender o emaranhado de erros e interpretações falsas do adventismo. Os adventistas não conseguem chegar a um verdadeiro entendimento, nesse sentido, porque lhes é feita uma lavagem cerebral onde aprendem que os escritos da Sra White são tão inspirados quanto a Bíblia. Se ela disse, simplesmente crêem e obedecem.
 
BIBLIOGRAFIA:
Bíblia Sagrada – João Ferreira de Almeida – Revista e Corrigida/Brasil SBB 1998
As Novas Religiões – Jacob Needleman
As Novas Seitas – Alain Woodrow
As Religiões do Mundo – Irineu Wilges
Religiones, Sectas Y Herejías – J. Cabral
Sabatismo à Luz da Palavra de Deus – Ricardo Petrowski
Os Profetas das Grandes Religiões – R. R Soares
Mariel Marra é atualmente bacharelando em Teologia pela faculdade FATE-BH em Belo Horizonte, membro da Igreja Batista da Lagoinha, diácono e professor da Escola de Líderes e EBD. Sempre envolvido com a visão da Batalha Espiritual, Mariel Marra trabalha ativamente na Internet e outros meios de comunicação chamando a Igreja para a Unidade e equilíbrio e moderação em Cristo.

 

Fonte: Adilson Zappa

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

Israel, Um Povo Muito Especial – Parte I

A luta das forças anticristãs contra o povo de Deus, Israel, é uma guerra entre Deus e Satanás, entre a Luz e as trevas.

Depois que as primeiras pessoas caíram em pecado, Deus falou à serpente: “… Já que você fez isso, maldita é você entre todos os rebanhos domésticos e entre todos os animais selvagens! Sobre o seu ventre você rastejará, e pó comerá todos os dias da sua vida. Porei inimizade entre você e a mulher, entre a sua descendência e o descendente dela; este lhe ferirá a cabeça, e você lhe ferirá o calcanhar” (Gn 3.14-15).

Esse acontecimento da queda em pecado causou a separação entre o homem e Deus. No entanto, apesar de não poder mais manter comunhão direta com o homem pecador, mesmo assim o santíssimo Deus não o abandonou. Em Sua graça e amor infinitos, imediatamente após essa catástrofe com consequências extremas dos tempos mais remotos, o Senhor já prometeu um Redentor, um Salvador, uma alternativa, e a partir do Novo Testamento sabemos quem é essa Pessoa: Jesus Cristo!

Além disso, já em Gênesis 3 temos a explicação sobre a inimizade do mundo contra Israel. Sim, sem o conhecimento dos acontecimentos bíblicos não há como explicar o chamado conflito do Oriente Médio, muito menos compreendê-lo. E por quê? Leiamos novamente: [Eu] Porei inimizade entre você e a mulher”. Aqui temos três pessoas envolvidas: 1. “Eu”: o Criador; 2. “Você”: a serpente; 3. “A mulher”: Israel.

Os dois primeiros personagens são facilmente identificáveis. No caso da terceira pessoa, o livro do Apocalipse nos confirma que de fato se refere a Israel: “…O dragão colocou-se diante da mulher que estava para dar à luz, para devorar o seu filho no momento em que nascesse. Ela deu à luz um filho, um homem, que governará todas as nações com cetro de ferro. Seu filho foi arrebatado para junto de Deus e de seu trono. A mulher fugiu para o deserto, para um lugar que lhe havia sido preparado por Deus, para que ali a sustentassem durante mil duzentos e sessenta dias. […] Então a serpente fez jorrar da sua boca água como um rio, para alcançar a mulher e arrastá-la com a correnteza. A terra, porém, ajudou a mulher, abrindo a boca e engolindo o rio que o dragão fizera jorrar da sua boca. O dragão irou-se contra a mulher e saiu para guerrear contra o restante da sua descendência, os que obedecem aos mandamentos de Deus e se mantêm fiéis ao testemunho de Jesus” (Ap 12.4-6,15-17).

Assim, no caso dessa mulher, não se trata de ninguém mais além de Israel. Pois, nem Eva, a única mulher que vivia quando Deus pronunciou a maldição sobre a serpente, nem Maria, a mulher que gerou a Jesus, foram perseguidas dessa maneira pelo dragão do Apocalipse. Além da mulher, também a serpente (isto é, o dragão) de Gênesis aparece novamente no livro do Apocalipse. Essa guerra da serpente (Satanás) contra a mulher e seus descendentes não é uma guerra contra Eva ou Maria, mas uma guerra contra Israel e sua descendência.

A passagem de Gênesis 3.15 esclarece que o descendente da mulher, isto é, Jesus Cristo, “ferirá a cabeça” de Satanás.

 

 

 

 

Apesar disso, Eva e Maria também são incluídas. Deus disse que o Libertador (Messias, Cristo) viria da semente da mulher. Assim, ele não seria descendente de um homem, ou de uma mulher e um homem, mas unicamente da semente de uma mulher. Vemos que já em Gênesis 3 é mencionado o nascimento virginal de Jesus Cristo, que foi realizado através da virgem Maria. Todas as pessoas que descendem da semente de Adão nasceram em pecado (Rm 5.12). Jesus, no entanto, não nasceu da semente de um homem. Ele também foi o único que viveu na terra, em todos os tempos, que não teve pecado ou culpa. Assim, esse Jesus, plenamente inocente, foi o único que poderia tomar o pecado do mundo sobre Si (ver 1Pe 2.22; Jo 1.29).

O texto de Gênesis 3.13 continua: “Porei inimizade entre você e a mulher, entre a sua descendência e o descendente dela…” Surge então a pergunta: quem são esses descendentes de Satanás (serpente) e o(s) descendente(s) da mulher (Israel)?

Creio que podemos dizer que tudo e todos que não pertencem a Deus e a Seu Filho Jesus Cristo, e não possuem o Espírito Santo, podem ser considerados como descendência da serpente (Satanás). Isso, então, se refere a tudo que for anticristão, incluindo, por exemplo, o Islã e qualquer outra religião, assim como todos os ateus e cristãos nominais.

A descendência da mulher (Israel), em primeiro lugar, é constituída pelo Filho de Deus, Jesus Cristo, nascido como judeu, em Israel! A ela pertencem, em última análise, todos – tanto judeus como gentios – que creem no Senhor Jesus (ver Ef 2). A passagem de Gênesis 3.15 esclarece ainda que o descendente da mulher, isto é, Jesus Cristo, “ferirá a cabeça” de Satanás. De fato, o Senhor Jesus destruiu o poder de Satanás, venceu a morte e, assim, feriu a cabeça da serpente (Satanás) (Hb 2.14; ver Rm 16.20). Além disso, Gênesis 3.15 diz que a serpente (Satanás) ferirá o calcanhar de Jesus Cristo. Isso poderia ser uma alusão clara ao Gólgota. Ali, onde Jesus Cristo, a semente de Israel, feriu a cabeça da serpente, Seus pés foram perfurados e pregados na cruz.

Jesus Cristo morreu, porém, não permaneceu entre os mortos, mas ressuscitou dentre os mortos no terceiro dia! Desse modo, já bem no início, a Bíblia mostra o Plano de Salvação de Deus para o homem, que culmina em Seu Filho Jesus Cristo. Nesse plano, um determinado povo desempenha um papel de importância descomunal: Israel. Também já podemos ver a luta das forças anticristãs contra o povo de Deus, Israel, contra o Filho de Deus, Jesus Cristo e contra a Igreja do Deus vivo. Acontece que também nós, os gentios, que cremos em Jesus Cristo, somos incluídos nessa guerra, porque afinal também pertencemos à semente da mulher, Jesus Cristo. Assim, a guerra do islamismo anticristão não é dirigida somente contra Israel, mas finalmente é uma guerra contra nós, os cristãos, contra a Igreja de Jesus Cristo. Ao trazermos as afirmações de Gênesis 3 para os dias atuais, poderemos compreender claramente por que o Islã – mas também tudo o que é anticristão – briga com tanta veemência pela posse da área do Templo. Trata-se de uma guerra entre Deus e Satanás, entre a Luz e as trevas. — Thomas Lieth

Fonte: Israel, Um Povo Muito Especial – Parte I | Chamada

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário