9 Pais na Bíblia que muito nos Ensina!

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As Escrituras estão repletas de pessoas que podemos aprender muito. Quando se trata do desafio da paternidade, vários pais na Bíblia mostram o que é sábio fazer – e o que não é sábio fazer. • Adam – O Primeiro … Continuar lendo

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Documento do governo dos EUA que era extremamente secreto vem alimentando ataques e desinformação da esquerda sobre esforços brasileiros contra o terrorismo comunista na década de 1970

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O Globo, um dos jornais brasileiros mais proeminentes — numa proeminência geralmente esquerdista —, disse na semana passada: “Um memorando feito pelo ex-diretor da CIA William Egan Colby em 11 de abril de 1974 e destinado ao então Secretário de … Continuar lendo

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A Herança dos Anabatistas

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A Herança dos Anabatistas Rolf Sons Muitos já ouviram falar da Reforma de Zurique, e do seu fundador Ulrico Zuínglio. Muitos, porém, não sabem que, ao mesmo tempo, ocorreu mais um movimento espiritual em Zurique e que inicialmente Zuínglio o … Continuar lendo

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Mário de Oliveira: Um herético presidindo a Igreja do Evangelho Quadrangular

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Heresia pregada por um pastor de uma igreja local é um problema grave, que precisa ser tratada pelo presidente de sua denominação. Mas e quando a heresia é proclamada pelo presidente da denominação? Mário de Oliveira Na última Convenção Nacional … Continuar lendo

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Governo do PT na Bahia financia exposição gay “Cu É Lindo”

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O governo da Bahia está patrocinando, no Instituto Goethe de Salvador, uma mostra chamada Devires, que tem como uma de suas atrações a exposição gay “Cu É Lindo”. A exposição focada no ânus retrata a jornada de um homem homossexual … Continuar lendo

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Três coisas que os líderes cristãos podem aprender com Trump

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Há muitas coisas que os seguidores de Jesus não podem aprender com Donald Trump. Isso é auto-evidente. Mas há coisas que ele pode nos ensinar, especialmente aqueles de nós na liderança. Primeiro, porém, deixe-me enumerar algumas coisas que o presidente … Continuar lendo

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Sob pressão do público, cantores gospel quebram contrato para fazer mega-show para entidade do Rev. Moon

Não é fácil colocar os famosos cantores gospel André Valadão, Aline Barros, Priscilla Alcântara e Thalles Roberto todos juntos no mesmo show, mas a Dra. Hak Ja Han Moon conseguiu tal proeza.

Em 4 de agosto de 2018 eles estariam no Allianz Parque em São Paulo para celebrar o “Festival Família 2018,” agendado como um evento internacional para “celebrar a paz e os valores familiares.” A entidade da Dra. Moon já realizou semelhantes eventos na Coreia do Sul, Áustria, Estados Unidos, Senegal e Japão.

Quem é exatamente a Dra. Hak Ja Han Moon, que é a grande responsável pelo “Festival Família 2018”?

De acordo com a Wikipédia:

Hak Ja Han se casou com o Rev. Sun Myung Moon em 11 de abril de 1960, logo após ele completar 40 anos, numa cerimônia chamada Casamento Santo. Han é chamada de “Mãe” ou “Mãe Verdadeira.” Ela e Moon juntos são mencionados como os “Verdadeiros Pais” pelos membros da Igreja da Unificação e sua família como a “Família Verdadeira.” Jesus era divino, mas não Deus; ele deveria ser o segundo Adão que criaria uma família perfeita unindo-se à esposa ideal e criando uma família pura que teria iniciado a libertação da humanidade de sua condição pecaminosa. Quando Jesus foi crucificado antes de se casar, ele redimiu a humanidade espiritualmente, mas não fisicamente. Essa tarefa foi deixada para os “Verdadeiros Pais” — Moon e Han — que ligariam os casais e suas famílias a Deus.

Depois de várias denúncias, inclusive meu artigo “Cantores gospel fazem mega-show para entidade do Rev. Moon” e logo em seguida vídeo do Pr. Silas Malafaia, os cantores gospel foram um a um anunciando seu cancelamento do evento.

Se não fossem as denúncias, Priscilla Alcântara, André Valadão, Aline Barros e Thalles Roberto estariam fazendo propaganda para o movimento de um dos maiores falsos messias que o mundo já conheceu.

Não foi por falta de aviso. Jesus disse:

“Porque muitos vão aparecer fingindo ser eu e dizendo: ‘Eu sou o Messias!’ E enganarão muitas pessoas.” (Mateus 24:5 NTLH)

O Rev. Moon era muito mais prepotente do que os falsos messias que afirmam ser Jesus. Ele alegava ser melhor do que Jesus. Ele foi verdadeiramente o rei dos falsos messias. Mas diferente de Jesus, a quem ele julgava como um messias imperfeito, Moon morreu, em 2012, e não ressuscitou.

Como foi que Priscilla Alcântara, André Valadão, Aline Barros e Thalles Roberto tiveram de chegar ao ponto de somente através de denúncias e pressões de seu próprio público quebrar seu contrato com a seita do Rev. Moon? Agora, vão ter de arcar com as despesas de quebra de contrato. Mas como foi que eles se deixaram enganar tão fácil?

Aparentemente, esses cantores gospel, por amor aos cachês, haviam ignorado o alerta muito simples que Jesus deu:

“Vigiai e orai, para não cairdes em tentação. O espírito, com certeza, está preparado, mas a carne é fraca.” (Mateus 26:41 KJA)

A prática de vigiar e orar não deixa ninguém cair em tentação. Mas quando essa prática está ausente, a carne sofre todas as tentações do bolso ganancioso, e o espírito vigilante vira espírito vacilante. E só muitas denúncias e pressões de público conseguem prevalecer sobre outros interesses.

Sem tais denúncias e pressões, a realidade é: Não só de engano e carne fraca vivem cantores gospel, mas também de cachês elevados, e o movimento do Rev. Moon é conhecido por pagar cachês bem gordos para as estrelas de seus eventos.

Não é de hoje que líderes evangélicos caem no conto do vigário do rei dos falsos messias e seu movimento que tem uma linda fachada pró-família, direitista, anticomunista, antimarxista e conservadora. Mas por trás da fachada, o rei dos falsos messias está de braços abertos (e putrefados) enganando com seu falso evangelho.

Bispo Manoel Ferreira e Marisa Lobo

Em 2008, conforme denunciei no meu artigo “As tolices de grandes líderes evangélicos com os anticristos,” o Bispo Manoel Ferreira, que era o presidente da Frente Parlamentar Evangélica, se encontrou pessoalmente com o Rev. Moon em Washington. Essa foi a primeira grande denúncia que desencadeou muitas outras denúncias de diferentes fontes. Ferreira ganhou do Rev. Moon o título de “Embaixador da Paz,” que lhe rendeu ainda uma indicação ao Prêmio Nobel da Paz. Isso mostra o tremendo poder do movimento do rei dos falsos messias de beneficiar quem se envolve com seus eventos.

                                          Bispo Manoel Ferreira

Por amor a essas tentações, Ferreira chegou a viajar para a Coreia do Sul para ver, em primeira mão, o Rev. Moon realizar seus casamentos místicos de multidões de ludibriados. Ferreira teve oportunidade de participar da mega-cerimônia abençoando os casais da seita. Apesar das muitas denúncias e pressões, principalmente os vídeos do então Pr. Enoque Lima, ele nunca se retratou de nada.

Manoel Ferreira abençoando casamento em massa de Rev. Moon na Coreia do Sul em 2010

Mais recentemente, em 2017, Marisa Lobo, que tem se destacado em sua luta como psicóloga contra a ditadura gay no Conselho Federal de Psicologia, também foi alcançada por uma grande graça do movimento do Rev. Moon: Ela recebeu o título de “Embaixadora da Paz.” Esse caso, igualmente escandaloso, foi denunciado no artigo “Marisa Lobo, Embaixadora da Paz de Quem?

Marisa Lobo assinando filiação à Associação de Mulheres para a Paz Mundial em 2014

Contudo, muito antes de Marisa ganhar o título de “Embaixadora da Paz,” ela já tinha ligações com entidades do Rev. Moon. Ela assinou oficialmente ficha de filiação à Associação de Mulheres para a Paz Mundial em Curitiba, conforme consta em foto dessa entidade publicada em 20 de outubro de 2014.

Marisa Lobo confirmando ligação com a Associação de Mulheres para a Paz Mundial

Em seu próprio Facebook, Marisa mais tarde confirmou sua ligação com a entidade do Rev. Moon.

Só os mais inocentes, como eu, então creram que o título de “Embaixadora da Paz,” concedido anos depois, caiu inesperadamente do céu sem nenhuma ligação anterior dela com o movimento do Rev. Moon.

Marisa ganhou um grande título participando desse movimento e também nunca se retratou de nada. Mas os cantores Priscilla Alcântara, André Valadão, Aline Barros e Thalles Roberto quebraram seu contrato e desistiram de seus gordos cachês. É fato que o movimento do Rev. Moon teria ganho destaque com a participação desses cantores gospel, que teriam ajudado a dar uma boa imagem para um evangelho falso e uma seita enganadora.

Mais de uma vez eu mesmo fui convidado, em ofertas tentadoras, para fazer parte do movimento do rei dos messias falsos, mas recusei, sem a necessidade de nenhuma denúncia e pressão de outros. Recusei por causa das implicações espirituais.

Nem o Bispo Ferreira nem Marisa Lobo se arrependeram de seu envolvimento. Mas graças a Deus meu artigo e o vídeo de Malafaia parecem ter ajudado os cantores gospel a tomar uma atitude diferente. Para ajudar outros a não se deixarem enganar pelos ofertas tentadoras e gordos cachês da seita do Rev. Moon, publico a seguir fatos (com informações da Enciclopédia Popular de Apologética, de Ed Hindson, e do livro Christianity, Cults & Religions) sobre a Igreja da Unificação, fundada pelo Rev. Moon, pois todas as iniciativas, eventos e entidades do Rev. Moon visam a espalhar a Igreja da Unificação.

Rev. Moon e sua Igreja da Unificação

Com base na atenção de mídia dada a ela durante as décadas de 1970 e 1980, alguns ainda pensam na Igreja da Unificação como a seita que, de acordo com ex-membros e familiares de membros, fez lavagem cerebral em jovens recrutas e isolou-os de amigos e familiares.

Tal como acontece com tantas empresas hoje, a imagem é tudo, e parece que o foco da Igreja da Unificação mudou para atividades que trazem uma atenção mais positiva. A Igreja constrói, promove e mantém a sua imagem pública através de uma rede de organizações de fachada religiosa, social, humanitária e política e através das suas muitas participações comerciais e ligações como os jornais direitistas The Washington Times e a United Press International.

Muitas dessas empresas e organizações de fachada não são promovidas ou geralmente reconhecidas pela Igreja como ligadas a ela; porém, mesmo assim essas entidades direitistas trazem valor aos esforços de recrutamento da Igreja, fazendo-a parecer mais relevante e credível para o público em geral e desviar a atenção de algumas das crenças e práticas mais polêmicas da Igreja.

O fundador da Igreja da Unificação é Sun Myung Moon. Ele nasceu em Pyungan Buk-do, localizado na atual Coreia do Norte, em 1920. Sua família se converteu ao Cristianismo quando ele era menino e, em 1936, com a idade de 16 anos, ele afirmou ter sido visitado por Jesus na manhã de Páscoa. Deste evento ele escreveu:

No início da minha vida, Deus me chamou para uma missão como Seu instrumento. Eu me comprometi ininterruptamente na busca da verdade, buscando as colinas e os vales do mundo espiritual. O tempo veio de repente para mim quando o céu se abriu, e tive o privilégio de me comunicar diretamente com Jesus Cristo e o Deus vivo (God’s Warning to the World, Sun Myung Moon, p. 10).

Moon acreditava que seu chamado era cumprir a missão de Jesus. Como Damian Anderson escreveu no Unification.net,

“[Moon] veio como o Messias, o salvador, aquele que vem para cumprir a missão de Jesus de construir o Reino de Deus e criar uma família global de amor verdadeiro.”

Em 1954, Moon iniciou formalmente sua igreja em Seul, Coréia do Sul. Foi chamada de Associação do Espírito Santo para a Unificação do Cristianismo Mundial, mais tarde abreviada para Igreja da Unificação. Obviamente, nem todos concordaram com os ensinamentos de Moon. Um dos que não concordaram foi sua primeira esposa, que o deixou nessa época porque ela não concordava com o que Moon andava ensinando. Em 1960, Moon se casou com sua atual esposa, Hak Ja Han Moon.

Não desanimado pelos críticos, Moon continuou a desenvolver sua teologia e, em 1957, publicou seu livro mais importante, Princípio Divino, estabelecendo os ensinamentos e entendimentos teológicos da Igreja da Unificação.

A mudança de Moon para o Ocidente começou em 1º de janeiro de 1972, quando Moon disse que Deus apareceu novamente para ele — dessa vez instruindo-o a ir para os EUA. Como resultado, a Igreja comprou uma grande propriedade perto de Tarrytown, Nova Iorque, e estabeleceu sua primeira base de operações nos EUA. Moon também se mudou para aos EUA e começou a implementar a mesma estratégia que comprovou ser um sucesso para a Igreja da Unificação na Coréia do Sul.

Jovens membros eram ativamente recrutados, doutrinados e enviados para espalhar a mensagem. Comícios em massa eram realizados em grandes locais públicos, como o Madison Square Garden, em Nova Iorque. A seita gerou uma quantidade enorme de atividade, o que atraiu uma quantidade desproporcional de atenção da mídia, o que fez o grupo parecer maior do que realmente era. A mídia apelidou os membros de Moonies.

Seita com fachada de empresa direitista

Outra parte importante da estratégia de Moon nos Estados Unidos (repetindo uma lição aprendida na Coréia do Sul) foi desenvolver aliados na direita política. Dando prosseguimento à sua posição anticomunista, Moon tornou-se um líder de torcida estridente na direita em defesa dos Estados Unidos e um forte defensor do então presidente direitista Richard Nixon. Ele reuniu seus seguidores e realizou comícios pró-Nixon nos degraus do Capitólio dos EUA e em outras cidades. Os resultados foram positivos, não só para Nixon, mas para Moon. O falso messias exaltou a direita e a direita o exaltou. Moon acabou se encontrando com praticamente todos os grandes presidentes direitistas dos EUA, inclusive Reagan e Bush.

De acordo com Rory O’Connor no artigo “Media, Money and Sun Myung Moon” (Mídia, Dinheiro e Sun Myung Moon), publicado no Huffington, “com uma combinação hábil de dinheiro, mídia e promoção sistemática de uma agenda política conservadora, um autointitulado messias e um criminoso condenado rapidamente se reinventou” e logo era celebrado nas presidências de governos conservadores dos EUA. Na inauguração de Reagan, Moon foi convidado de honra. Ele acabou se tornando um grande financiador da elite conservadora dos EUA.

Moon passou a se envolver com outras figuras políticas e celebridades direitistas. Uma maneira pela qual ele a alinhava a si e sua Igreja da Unificação com as personalidades direitistas foi pagando-lhes elevados cachês para participarem de eventos da Igreja da Unificação (geralmente, esses eventos eram mantidos não sob o nome direto da Igreja, mas sob o nome de uma das muitas organizações de fachada da Igreja) — muitas vezes como palestrantes. Moon divulgava e usava a participação deles em seus eventos para dar mais credibilidade aos eventos.

Dinheiro nunca faltou à seita dele. Só na década de 1980, as organizações do Rev. Moon tiveram, de acordo com O’Connor, os seguintes gastos nos EUA:

* mais de US$ 800 milhões no jornal direitista Washington Times;

* centenas de milhões em jornais conservadores americanos;

* dezenas de milhões em mídia eletrônica;

* pelo menos US$ 40 milhões em jornais de Nova Iorque;

* mais de US$ 10 milhões em uma editora de Nova Iorque;

* milhões em reuniões e conferências da World Media Association;

* mais milhões injetados em organizações direitistas, inclusive a Coalizão de Liberdade Americana;

* bem mais de US$ 100 milhões em imóveis, incluindo o New Yorker Hotel no centro de Manhattan;

* pelo menos US$ 40 milhões em operações de pesca comercial;

* e pelo menos US$ 75 milhões em projetos relacionados…

Portanto, o movimento do Rev. Moon tem demonstrado ampla capacidade de injetar fortunas e influenciar entidades direitistas e conservadoras.

Teologia da Unificação

A Igreja da Unificação usa muitos termos semelhantes aos termos encontrados no Cristianismo bíblico. Seus significados, porém, são bem diferentes. Essa não é uma prática incomum entre grupos ou seitas pseudocrístãs. Aliás, é inerente ao engano que, por sua própria natureza, tenta disfarçar aquilo que o torna diferente, fazendo com que pareça tão semelhante ao original quanto possível.

Por exemplo, considere a seguinte instrução de Moon:

Já que Deus tem conduzido Sua dispensação através da igreja cristã, Ele e nós somos responsáveis por transmitir esta mensagem aos cristãos primeiro. Até que nossa missão para a igreja cristã esteja completa, devemos citar a Bíblia e usá-la para explicar o Princípio Divino. Depois de tomarmos posse da igreja cristã, estaremos livres para ensinar sem a Bíblia. Agora, porém, nossa principal missão é testemunhar para a igreja cristã (O Mestre Fala — Perguntas e Respostas com Sun Myung Moon, março-abril de 1965, capítulo 7).

Em sua discussão sobre Deus no Princípio Divino, Moon apela não apenas para a Bíblia, mas também para o Livro das Mudanças, também conhecido como I Ching (que ele reconhece ser a base da filosofia do Leste Asiático):

…A origem do universo é o Grande Último (Último Vazio). Do Grande Último surgiram yang e yin, de yang e yin surgiram os Cinco Agentes — metal, madeira, água, fogo e terra — e dos Cinco Agentes todas as coisas vieram à existência. Yang e yin juntos são chamados de Caminho (Tao)… O Caminho é tradicionalmente definido como a Palavra… podemos supor que o Grande Último, como a fonte harmoniosa de yang e yin ou a Palavra, não é outro senão Deus (Exposição do Divino Princípio, 1996 ed., Pp 20-21).

Aqui Moon observa a mistura do relato bíblico com o taoísmo. Na verdade, a visão de Deus que Moon tinha é muito mais semelhante à visão religiosa oriental conhecida como panteísmo: a criação é deus. Assim, devemos concluir que o deus da Igreja da Unificação não é o Deus da Bíblia.

Como o primeiro Adão, Jesus não completou Sua missão — Ele foi crucificado antes de se casar e ter filhos. Mais uma vez o plano de Deus foi frustrado — desta vez pelo homem. Outro Messias era necessário, e Moon se viu preenchendo esse papel.

Assim, o Jesus da Igreja da Unificação é um Jesus diferente do Jesus do Cristianismo. A Igreja da Unificação também nega que Jesus tenha realizado a salvação através da Sua morte na cruz, por isso se apega a um evangelho diferente. Se a salvação não vem através do sacrifício de Jesus em favor do homem, então como alguém se torna salvo, de acordo com a Igreja da Unificação?

A doutrina dos Verdadeiros Pais é o princípio central da teologia da Unificação, pois a restauração do plano original de Deus pode vir somente através dela. Moon ensinava que somente sendo enxertado nesses Verdadeiros Pais, a pessoa pode obter a salvação completa. Através deles, os casais podem trazer filhos sem pecado ao mundo. Essa é a base das cerimônias de casamento em massa orquestradas por Moon. Através desses casamentos, os participantes são trazidos para a Família Verdadeira.

O próprio Moon afirmou o seguinte em um discurso proferido no Dia dos Verdadeiros Pais, 18 de abril de 1996:

Dentro deste mundo não há indivíduo a quem Deus ame mais do que o Reverendo Moon. Não há mais ninguém que conheça a Deus mais do que o Reverendo Moon (Unification News, junho de 1996, p. 3).

Isso está em forte contraste com o evangelho de Jesus, que proclamou: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim” (João 14: 6). Além disso, Jesus não viu sua obra na cruz como incompleta. Em vez disso, Ele declarou: “Está consumado” (João 19:30). E Ele não disse a Seus seguidores que procurassem outro messias, mas prometeu: “Eu voltarei e receberei vocês para Mim mesmo, para que onde eu esteja, vocês também possam estar” (João 14: 3).

Ao longo de sua história, a igreja cristã não esperou um messias diferente.

Em vez disso, a igreja tem clamado: “Vem, Senhor Jesus” (Apocalipse 22:20). E assim será sempre para aqueles que confiam no verdadeiro Jesus para serem salvos.

Resumo da Igreja da Unificação e seu fundador:

Principais Escritos

Princípio Divino de Sun Myung Moon, considerado o “Testamento Completo.” Outline of the Principle, Level 4.

Quem é Deus?

Deus é positivo e negativo. Deus criou o universo a partir de si mesmo; o universo é o “corpo” de Deus. Deus não conhece o futuro, está sofrendo e precisa do homem (Sun Myung Moon) para fazê-lo feliz. Não existe Trindade.

Quem é Jesus?

Jesus foi um homem perfeito, não Deus. Ele é o filho de Zacarias, não nascido de uma virgem. Sua missão era unir os judeus em torno dele, encontrar uma noiva perfeita e começar uma família perfeita. A missão dele falhou. Jesus não ressuscitou fisicamente. A segunda vinda de Cristo se cumpre em Sun Myung Moon, que é superior a Jesus e terminará a missão de Jesus.

Quem é o Espírito Santo?

O Espírito Santo é um espírito feminino que trabalha com Jesus no mundo espiritual para levar as pessoas a Sun Myung Moon.

Como ser salvo

Obediência e aceitação dos Verdadeiros Pais (Moon e sua esposa) eliminam o pecado e resultam em perfeição. Aqueles que são casados por Moon e sua esposa bebem um vinho sagrado especial contendo 21 ingredientes (inclusive o sangue dos Verdadeiros Pais).

O que acontece depois da morte?

Depois da morte, a pessoa vai para o mundo espiritual. Não há ressurreição. Os membros avançam convencendo outros a seguir Sun Myung Moon. Todos serão salvos, até mesmo Satanás.

Outros fatos, crenças ou práticas

Ênfase na mediunidade (canalização) para fazer contato com os mortos, “libertar” as almas dos ancestrais. Casamentos em massa, baseados em diferentes origens raciais, organizados e realizados por Moon. Esforços para persuadir as igrejas a remover suas cruzes. Crença de que Jesus se curva ao Rev. Moon, que é o Rei dos Reis, Senhor dos Senhores e o Cordeiro de Deus.

O que fazer?

A grande força estratégica da seita do Rev. Moon foi apoiar a direita americana e captar e canalizar influências direitistas para fortalecer seu próprio movimento pseudocrístão.

Cristãos com posturas conservadoras ou direitistas deveriam recusar ser usados para promover, mesmo que através de entidades de fachadas atraentes, o rei dos falsos messias, rejeitando cachês, participações e outras vantagens oferecidas pela seita do Rev. Moon.

Se a esquerda tem suas armadilhas típicas para pegar inocentes e desavisados, a direita tem armadilhas diferentes — na forma de ocultistas oportunistas infiltrados — para pegar outros inocentes e desavisados. A seita do Rev. Moon soube fazer uso extenso da direita para se expandir nos EUA. Agora, com tal experiência, as entidades e eventos do Rev. Moon alcançam a direita brasileira, principalmente entre evangélicos, que são a maior força conservadora do Brasil.

Quando Jesus alertou contra messias falsos, ele não especificou diretamente os esquerdistas e poupou os direitistas. O único messias é Jesus e todos os outros messias, sejam de esquerda ou de direita, são falsos e enganadores.

Cabe aos pastores avisar seus membros e seus próprios cantores gospel que por trás da fachada de “valores pró-família” e várias causas direitistas pode estar um ou vários ocultistas messiânicos oportunistas.

Com informações da Enciclopédia Popular de Apologética, Christianity, Cults & Religions e Huffington.

Fonte: www.juliosevero.com

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Uma novilha vermelha é um sinal do fim dos tempos?

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De acordo com a Bíblia, a novilha vermelha – uma vaca marrom-avermelhada, provavelmente não mais do que dois anos de idade que nunca teve um jugo nela – seria sacrificada como parte dos ritos de purificação da Lei Mosaica.

O abate de uma novilha vermelha era um ritual cerimonial no sistema sacrificial do Antigo Testamento, conforme descrito em Números 19:1-10.

O propósito do sacrifício da novilha vermelha era prover a água da purificação, para a purificação dos pecados:

Um homem cerimonialmente puro recolherá as cinzas da novilha e as colocará num local puro, fora do acampamento. Serão guardadas pela comunidade de Israel para uso na água da purificação, para a purificação de pecados. Números 19:9

Depois que a novilha vermelha era sacrificada, seu sangue era aspergido à porta do tabernáculo.

As imagens do sangue da novilha sem mácula sendo sacrificada e seu sangue purificado do pecado é um prenúncio do sangue de Cristo derramado na cruz pelo pecado dos crentes.

Ele era “sem defeito”, assim como a novilha vermelha deveria ser.

Assim como a novilha foi sacrificada “fora do arraial” (Números 19:3), da mesma forma Jesus foi crucificado fora de Jerusalém:

O sumo sacerdote leva sangue de animais até o Santo dos Santos, como oferta pelo pecado, mas os corpos dos animais são queimados fora do acampamento. Assim, Jesus também sofreu fora das portas da cidade, para santificar o povo por meio do seu próprio sangue. Hebreus 13:11,12

A Bíblia ensina que um dia voltará a haver um templo de Deus em Jerusalém (Ezequiel capítulos 41-45).

Jesus profetizou que o anticristo profanaria o templo (Mateus 24:15), e para que isso ocorresse, obviamente teria que haver um templo em Jerusalém mais uma vez.

Muitos antecipam o nascimento de uma novilha vermelha porque, para que um novo templo funcione de acordo com a lei do Antigo Testamento, uma novilha vermelha teria que ser sacrificada pela água de purificação usada no templo.

Assim, quando uma novilha vermelha nasce (o que é bastante incomum), pode ser um sinal de que o templo será reconstruído em breve.

Fonte: GotQuestions

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Palavras que curam

As palavras ditas por um filho de Deus, que vive em comunhão ininterrupta com o Senhor Jesus, procedem da “farmácia de Deus”.

Pois a boca fala do que está cheio o coração” (Mateus 12.34).

A batida com o punho na mesa foi tão forte que as xícaras sacudiram! Após respirar fundo, continuou: “Ouça bem o que eu vou dizer a você agora!”. Segue uma enxurrada de palavras que se assemelham a estocadas de faca. Totalmente descontrolado, rosto pálido, a língua transforma-se num punhal. E então? Silêncio total! Não se conversa mais um com o outro. Houve uma ruptura e agora não se consegue encontrar um meio de reaproximação. Cada um silencia diante do outro. O ambiente é tenso no casamento, na família. E os filhos? Saem, fogem, para longe, para um lugar qualquer! Assim os perdemos para o mundo!

E na igreja? Ali as vigas estão rangendo já há muitos anos. Ali vemos o “lobo disfarçado de ovelha” se misturando de modo aparentemente piedoso entre os despreocupados filhos de Deus e distribuindo suas máscaras. Os sorrisos forçados procuram desesperadamente ocultar a antipatia. Canta-se hinos que falam do amor de Deus. Reunidos, ouve-se os sermões e se julga, condena, critica e se comemora em conjunto a Ceia do Senhor, se auto justificando.

Quão lastimável é esse teatro apresentado diante de Deus e do mundo! Você tem noção do que de fato está fazendo? Você não tem pleno conhecimento de que toda a legião de anjos está assistindo? Que o céu esfrega os seus olhos e fica chocado com o procedimento mútuo dos filhos de Deus, vendo-os se morderem, se devorarem e tratarem mutuamente sem qualquer consideração? Que testemunho deplorável para esse Senhor Jesus, que deu sua vida em nosso lugar! Foi ele quem disse: “Um novo mandamento dou a vocês: Amem-se uns aos outros. Como eu os amei, vocês devem amar-se uns aos outros. Com isso todos saberão que vocês são meus discípulos, se vocês se amarem uns aos outros” (João 13.34-35).

As palavras ditas por um filho de Deus, que vive em comunhão ininterrupta com o Senhor Jesus, procedem da “farmácia de Deus”. Elas curam, edificam, fazem bem, consolam e incentivam. Elas também exortam quando for necessário – e isso amorosamente e com dignidade. Palavras que são expressas debaixo do controle de Deus sempre são um alívio e refrigério, porque são palavras da graça.

O que preenche nosso coração? Não é indiferente o que temos de conteúdo e substância em nosso coração. Como seria possível jorrar água amarga e doce da mesma fonte? A verdade é que recebemos graça sobre graça da sua plenitude (ver João 1.16). Deus não nos presenteou com vida superabundante? Nós todos desfrutamos da misericórdia e bondade de Deus, mas não estamos dispostos a compartilhá-la generosamente com os outros. Quantas vezes, apesar de nossos pecados e falhas, Deus nos exortou, confortou e incentivou amorosamente! Por que razão, então, às vezes somos tão orgulhosos e cruéis e humilhamos os outros com palavras ofensivas?

Querido(a) filho(a) de Deus, você foi chamado(a) para transmitir aos outros aquilo que você recebeu de seu Senhor. O Senhor Jesus deu uma língua de discípulo também a você, para que possa reconhecer o cansado e dar a ele uma palavra de conforto (ver Isaías 50.4). Peça ao Senhor Jesus que conceda a você uma bondade crescente, pois somente assim você será um digno mensageiro das Boas Novas. “Palavras bondosas são como mel: doces para a alma e saudáveis para o corpo” (Provérbios 16.24 – NVT). A alegria genuína provém do relacionamento com o Senhor Jesus e proporciona melhoras, mas o espírito oprimido resseca os ossos (ver Provérbios 17.22).

Não é indiferente o que temos de conteúdo e substância em nosso coração.

Por isso, declare guerra ao inimigo do seu coração. Ele não pode usar as câmaras de sua alma para outras finalidades. Afinal, você é propriedade de Jesus. Não se junte àqueles que causam feridas, mas àqueles que unem corações. Seja um(a) filho(a) de Deus que coloca uma atadura curadora e benéfica no local dolorido e que não aplica sal na ferida. Imagine a qualificação que é dada a quem solta amarras, desata nós, conduz à liberdade em Cristo, quebra o jugo, alimenta o faminto e proporciona abrigo ao estrangeiro e ao coração desamparado. A promessa de Deus é: “Aí sim, a sua luz irromperá como a alvorada, e prontamente surgirá a sua cura; a sua retidão irá adiante de você, e a glória do Senhor estará na sua retaguarda. Aí sim, você clamará ao Senhor, e ele responderá; você gritará por socorro, e ele dirá: Aqui estou” (Isaías 58.8-9).

Que o Senhor Jesus o abençoe com grande alegria na fé e com novo ânimo. A sua recompensa eterna está assegurada! — Manfred Paul

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Abel ainda Fala sem ter pronunciado uma única Palavra

Embora ele tenha sido assassinado na mão de um irmão invejoso, e não haja uma palavra gravada de seus lábios na narrativa do Antigo Testamento, no entanto, durante mais de seis milênios, Abel “falou” e continua falando ainda hoje.

As seguintes palavras estão registradas no livro de Hebreus.

Pela fé Abel ofereceu a Deus um sacrifício superior ao de Caim. Pela fé ele foi reconhecido como justo, quando Deus aprovou as suas ofertas. Embora esteja morto, por meio da fé ainda fala. Hebreus 11:4

O verbo traduzido “fala” [versões mais antigas] é uma forma de voz presente, ativa. Isso sugere que, em algum sentido, a influência de Abel e as lições associadas a ele estão reverberando ao longo dos séculos da história bíblica – mesmo até nossos dias.

Para obter uma imagem mais completa, será útil combinar as informações do Antigo Testamento sobre o segundo filho de Eva, com a citação apresentada acima.

Adão teve relações com Eva, sua mulher, e ela engravidou e deu à luz Caim. Disse ela: “Com o auxílio do Senhor tive um filho homem”.

Voltou a dar à luz, desta vez a Abel, irmão dele. Abel tornou-se pastor de ovelhas, e Caim, agricultor.

Passado algum tempo, Caim trouxe do fruto da terra uma oferta ao Senhor. Abel, por sua vez, trouxe as partes gordas das primeiras crias do seu rebanho. O Senhor aceitou com agrado Abel e sua oferta, mas não aceitou Caim e sua oferta. Por isso Caim se enfureceu e o seu rosto se transtornou.

O Senhor disse a Caim: “Por que você está furioso? Por que se transtornou o seu rosto?

Se você fizer o bem, não será aceito? Mas se não o fizer, saiba que o pecado o ameaça à porta; ele deseja conquistá-lo, mas você deve dominá-lo”.

Disse, porém, Caim a seu irmão Abel: “Vamos para o campo”. Quando estavam lá, Caim atacou seu irmão Abel e o matou.

Gênesis 4:1-8

Lições da vida de Abel

Com esses textos complementares à nossa frente, que lições aprendem os estudiosos cuidadosos da Bíblia a partir dos breves dados biográficos sobre Abel? O que é fé?

O caso de Abel define a natureza da “fé” válida.

Pela fé Abel ofereceu a Deus um sacrifício superior ao de Caim. Hebreus 11:4

O verbo “oferecer” reflete um ato de obediência (ver Hebreus 11:8). O rapaz não acreditava simplesmente que um sacrifício seria aceitável. Ele acessou a benção divina por meio da obediência a um método prescrito.

É comum acreditar na comunidade religiosa que “a fé é apenas uma vontade de aceitar fatos sobre o Senhor, combinada com uma disposição para confiar nele.” Nada poderia estar mais longe da verdade.

A fé não é validada como fé até que responda ao fazer o que Deus exige. É por isso que Tiago pode desafiar:

Mas alguém dirá: “Você tem fé; eu tenho obras”. Mostre-me a sua fé sem obras[obediência], e eu lhe mostrarei a minha fé pelas obras. Tiago 2:18

Os verbos de ação, ligados à expressão “pela fé”, em Hebreus, capítulo 11, são um testemunho vivo da natureza da fé genuína.

Ao longo do capítulo décimo primeiro de Hebreus, como os nobres personagens do Antigo Testamento entram em cena, fica claro que a frase “por fé” equivale a dizer que o crente cedeu à instrução divina.

No dicionário Vine observamos que o sacrifício de “por fé” de Abel baseava-se numa revelação que Deus havia feito (Vine,129). Compare o princípio estabelecido em Romanos 10:17.

Deus está observando

O caso de Abel revela que Deus está observando as vidas daqueles que ele criou. Isso é verdade para toda a nossa esfera de atividade em geral, e de nossa adoração em particular. Não somos livres para viver como quisermos, e não contabilizamos ninguém além de nós mesmos.

Os olhos do Senhor estão em toda parte, observando atentamente os maus e os bons. Provérbios 15:3 cf. Hebreus 4:13

Verdadeiro culto

A consideração das narrativas bíblicas demonstra claramente que a adoração envolve mais do que sinceridade por si só. Isso também traz substância.

Deus é espírito, e é necessário que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade. João 4:24

Não há nenhuma palavra de censura no texto sagrado que indica uma atitude inicialmente insincera em Caim.

Quando ele trouxe o “fruto da terra”, não há uma razão textual que sugira que ele era menos do que sincero em sua tentativa de adorar a Deus como ele achasse conveniente.

Em vez disso, seu erro, obviamente, era que ele acreditava no princípio da “substituição”, ou seja, não importava o que ele trouxe, desde que ele trouxesse algo.

Ele sentiu que ele poderia criar um plano, bem como qualquer um. Ele era o protótipo de Jeroboão, filho de Nebate, que criou seu próprio sistema religioso e, ao fazê-lo, “fez Israel pecar” (1 Reis 12:25ss; 14:16).

Assim, enquanto Abel ofereceu seus dons “pela fé”, Caim trouxe o seu pela “visão” (emoção, julgamento pessoal, etc.). Há uma grande diferença entre as duas abordagens.

A afirmação de alguns teólogos, é que o problema de Caim estava enraizado no fato de que ele não tinha um coração puro, mas que sua oferta era tão válida quanto a de Abel é uma suposição sem provas suficientes. (ver: Sailhamer, 61).

A raiva posterior de Caim não prova que sua oferta era falsa inicialmente. Além disso, o escritor de Hebreus diz especificamente que o “sacrifício” de Abel que era “mais excelente” do que o de seu irmão – e não a sua “disposição”.

Além disso, o fato de que João declarou que as “obras” de Caim eram malignas (1 João. 3:12).

Obediência condena a desobediência

Outra lição significativa ilustrada em relação a Abel é que a obediência genuína, por meio de contraste, condena a desobediência. Com frequência, a obediência desencadeia uma animosidade reacionária, se não uma perseguição definitiva.

O escritor de Hebreus, em conexão com a preparação da arca de Noé “pela fé”, afirmou que por sua obediência, Noé “condenou o mundo” (Hebreus 11:7). A obediência do patriarca, por seu forte contraste, condenou a desobediência de seus contemporâneos.

Da mesma forma, Caim, por algum meio, aprendeu que o Senhor aceitou as ofertas de seu irmão, mas rejeitou o dele.
(Gênesis 4: 5-6).

Ele estava então advertido de que sua raiva estava à beira de escalar até mesmo um nível mais profundo de pecado.

Quando sua raiva “concebida”, “produziu” o assassinato (ver Tiago 1:15). Um apóstolo inspirado comenta sobre este assunto da seguinte forma:

Esta é a mensagem que vocês ouviram desde o princípio: que nos amemos uns aos outros. Não sejamos como Caim, que pertencia ao Maligno e matou seu irmão. E por que o matou? Porque suas obras eram más e as de seu irmão eram justas. 1 João 3:11,12

A Influência Permanece: para o bem ou mau

Aprendemos com o caso de Abel que a influência de alguém ultrapassa os parênteses de sua breve permanência sobre a terra. Pense no mal que se seguiu após Darwin, Nietzsche, Lênin e Stalin.

Recordamos a influência de Adão cada vez que depositamos o corpo de um ente querido sob o solo de nosso planeta (ver Romanos 5:12).

Refletimos sobre a influência de Jesus de Nazaré, e seus discípulos – homens como Paulo.

Albert Barnes argumentou, com alguma força, que a influência das pessoas boas sobrevivem muito mais do que a dos mals (Barnes, 257). Houve um momento precioso durante o ministério de Jesus que ilustra maravilhosamente esse princípio.

Pouco antes de sua crucificação, Cristo estava em Betânia, a cidade onde Lázaro, Maria e Marta viveram. Durante uma ocasião especial, Maria veio e ungiu tanto a cabeça e os pés do Senhor com uma preciosa loção.

Judas (e provavelmente sob sua influência os discípulos também) queixou-se sobre o assunto, acusando a dócil senhora com “desperdício”. Mas Cristo elogiou o ato, sugerindo que simbolizava seu próximo sepultamento (Mateus 26:6-13; Marcos 14:3-9, João 11:55-12:11).

Então o Salvador disse a respeito de Maria:

Eu lhes asseguro que onde quer que este evangelho for anunciado, em todo o mundo, também o que ela fez será contado, em sua memória”. Mateus 26:13

Um ato aparentemente insignificante foi consagrado no “Salão da Fama dos Memoráveis”.

O que será dito em relação ao nosso legado – por nossas ações, ensino e a influência através de nossos filhos, netos, etc. – em épocas ainda por vir?

Há algo depois da morte

Finalmente, o fato de que a obediência de Abel é aplaudida mesmo séculos depois de sua voz ser apenas um eco do solo manchado de sangue (Gênesis. 4:10) constitui evidência sutil de que, após a morte, ele não desapareceu no esquecimento de um nada eterno, como materialistas poderiam acreditar.

Todas as nuances detalhadas dos dados bíblicos defendem a responsabilidade final e a administração da justiça divina.

Abel ainda está falando. Estamos ouvindo?

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