Autoridades americanas se recusam a cumprir leis anti-armas

raiseDois xerifes americanos do Oregon deixaram claro à Casa Branca que não irão obedecer qualquer lei que viole a Constituição dos Estados Unidos. Eles enviaram cartas ao vice-presidente Joe Biden desafiando a nova marca da administração Obama: as executive orders, bem como qualquer ação do Congresso Americano que venha a infringir os direitos das pessoas que juraram defender.

Tim Miller, de Linn County, enviou uma carta, que também reproduziu em sua página no Facebook, na terça-feira, um dia antes de Obama assinar as 23 executive orders, pretendendo prevenir a violência armada. A carta do xerife já recebeu mais de trinta e oito mil aprovações e quarenta e seis mil compartilhamentos no Facebook desde então. Assim ele escreveu:

Somos americanos. Nós não devemos permitir, nem vamos tolerar as ações de criminosos, não importa quão hediondos sejam os crimes, incentivando políticos a criarem leis que infringirão as liberdades dos cidadãos responsáveis, os quais não infringem as leis. Qualquer lei federal criada pelo Congresso ou por ordens do Executivo ofendendo os direitos constitucionais dos cidadãos sob minha responsabilidade não serão apoiadas por mim ou por meus delegados… É a posição deste Xerife que se recusa a participar, ou ficar de braços cruzados, enquanto os cidadãos da minha jurisdição são transformados em criminosos devido a ações inconstitucionais de políticos equivocados. (ênfase minha).weaponguide

O xerife Hensley escreveu carta semelhante ao vice presidente na quarta-feira, na qual recusa-se a permitir o apoio de qualquer lei inconstitucional ou ordem que venha do Poder Executivo dentro das fronteiras de Crook County, Oregon. Xerifes dos estados de Kentucky e Minnesota fizeram promessas semelhantes.

O xerife Mueller disse à KOIN-TV, na terça-feira, que mais estritos controles de armas não prevenirão crimes hediondos. “Você não pode permitir as ações de uns poucos – não importa quão hediondo seja o crime – para incluir regras na lei que poderiam potencialmente violar os direitos constitucionais dos americanos honestos. Não é isso que queremos” – disse ele.

As executive orders são semelhantes às medidas provisórias brasileiras, sendo também editadas pelo poder executivo com vigência imediata até que sejam votadas pelo Congresso que, por lá, trabalha mais seriamente do que por aqui, se é que podemos chamar esse ajuntamento de oportunistas de “representantes do povo”.


Nota:
 
A Constituição Americana limita os poderes do Estado e dá ao cidadão o direito de deixar de cumprir qualquer lei que viole os direitos nela inscritos, pouco importando se vieram do Congresso Americano ou do Poder Executivo. Por essa razão, o presidente Obama e outros esquerdistas já iniciaram movimentos políticos com vistas a modificar a Constituição. Tais ações poderão gerar conflitos sérios naquele país, haja vista que após o anúncio das 23 executive orders houve afluxo significativo de pessoas comprando armas e munições em todo o território americano. Diferentemente do Brasil, nos Estados Unidos quem manda no país é o indivíduo e as instituições tradicionais, a quem o poder político deve se curvar. Além da liberdade econômica, este é um dos motivos que mantém aquele país como a maior potência mundial em todos os sentidos.

Com informações da UPI.com.

Fonte: Mídia Sem máscara

 

 

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