Imprensa egípcia confirma: governo central dos EUA está infiltrado por agentes islâmicos

Paul Sperry
A radical Irmandade Muçulmana não apenas ameaça a paz de Israel e do Oriente Médio. De acordo com a imprensa egípcia, vários de seus agentes se infiltraram no governo norte americano e estão influenciando a política dos EUA.
A respeitada revista egípcia Rose al-Youssef ( روز اليوسف) identificou pelo menos seis agentes influentes vinculados à Irmandade que têm trabalhado em posições de elevada importância dentro do governo de Obama. 
A publicação semanal, fundada em 1925, disse que os agentes mudaram a Casa Branca “de uma posição hostil aos grupos e organizações islâmicas para o maior e mais importante apoiador mundial da Irmandade Muçulmana”, um movimento jihadista egípcio que apoia o Hamas e a al-Qaida.
O Presidente Obama apoiou a tomada de poder no Egito pela Irmandade e tem cortejado seus grupos de frente nos EUA. Registros do serviço secreto mostram seus representantes fazendo centenas de visitas à Casa Branca desde 2009.
Rashad Hussain, representante islâmico do governo de Obama para o mundo islâmico

“A Irmandade nos EUA tem o compromisso de destruir o Ocidente por dentro”, o ex-promotor de justiça Andrew McCarthy contou ao IBD, citando documentos secretos descobertos pelo FBI depois de 9 de setembro. “Ela passou meio século construindo uma infraestrutura considerável nos EUA”, em grande parte com financiamento saudita.

“Infelizmente”, ele acrescentou, “nosso governo tem feito muito para fortalecer a rede americana da Irmandade sob o pretexto de ‘alcançar os muçulmanos’”.
O longo artigo do al-Youssef, traduzido do árabe pelo Projeto de Washington de Investigação sobre o Terrorismo, é em grande parte sem citação de fontes.
Mas ex-agentes do FBI que investigaram as operações de influência da Irmandade dentro dos EUA confirmam que alguns dos nomes citados estão sendo monitorados. Entre eles:
Mohamed Elibiary, um assessor que é alvo do Congresso por acessar inapropriadamente uma base de dados federal. A revista egípcia diz que ele ajudou a moldar a estratégia de anti-terrorismo do governo dos EUA, incluindo censurar material de treinamento do FBI que lidava com jihad.
Ele também alega que ajudou a redigir os comentários de Obama pedindo para que o ex-presidente egípcio Hosni Mubarak deixasse o poder. Mubarak tinha banido a Irmandade classificando-a como um grupo terrorista.
Rashad Hussain, ex-advogado da Casa Branca e agora o enviado especial de Obama para o mundo muçulmano. Hussain, que defendeu o terrorista condenado Sami al-Arian e outros líderes da Irmandade nos EUA, ajudou a redigir o discurso conciliador de Obama no Cairo, onde ele convidou líderes exilados da Irmandade.
Arif Alikhan, ex-assistente da ministra de Segurança Nacional dos EUA para desenvolvimento de políticas e agora um distinto professor visitante de segurança nacional e contra-terrorismo na Universidade de Defesa Nacional. Como um funcionário da cidade de Los Angeles, Alikhan trabalhou com o Conselho de Assuntos Públicos Muçulmanos vinculado à Irmandade para minar os esforços da polícia em monitorar as mesquitas radicais.
Imam Mohamed Magid, outro conselheiro de Segurança Nacional, que encabeça a Sociedade Islâmica da América do Norte, ou ISNA, uma frente da Irmandade declarada pelo Departamento de Justiça como uma co-conspiradora não acusada em um plano criminoso de levantar milhões para o Hamas.
O membro de longa data da diretoria da ISNA Syyid Syeed é visto em um novo documentário, “A Grande Enganação”, dizendo aos colegas muçulmanos americanos: “Nosso trabalho é mudar a Constituição dos EUA”.
Agentes da Irmandade posando de líderes muçulmanos “moderados” — tais como Abdurahman Alamoudi, que está agora na cadeia e era responsável por captar recursos para a al-Qaida — têm se infiltrado com sucesso nos governos de presidentes americanos anteriores. Mas agentes policiais dizem que a infiltração da Irmandade é mais extensiva e alarmante no governo de Obama.
“O nível de penetração nos últimos três governos é profundo”, o ex-agente do FBI John Guandolo disse. “Para o atual presidente, vai até a sua campanha com gente da Irmandade Muçulmana trabalhando com ele naquela época”.
Igualmente alarmante, ele diz, o grupo também plantou vários agentes e simpatizantes dentro das Forças Armadas dos EUA, ameaçando ainda mais a segurança nacional. Guandolo diz que o governo identificou centenas de grupos ligados ao Hamas e à Irmandade dentro dos EUA, mas fechou apenas poucas devido a pressões políticas.
“A Irmandade Muçulmana controla cerca de 500 organizações que são ONGs evidentes”, ele disse. “Isso quer dizer que eles estão controlando milhares de organizações secretas que não conhecemos e que ninguém está monitorando”.
O deputado republicano Louie Gohmert, do Texas, pediu uma investigação sobre a rede e sua influência no governo federal, principalmente sobre o apoio ao novo governo no Cairo.
Traduzido por Eliseu P. L. J. do artigo do Investors: Egyptian Press Confirms Washington Infiltrated By Islamists
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