Ex-candidato presidencial Levy Fidelix é condenado a pagar 1 milhão por expressar opinião “homofóbica”

O ex-candidato presidencial Levy Fidelix (PRTB) foi condenado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo a pagar uma multa de 1 milhão de reais numa ação civil pública movida pelo movimento LGBT.
Levy Fidelix, em programa de TV, depois de ser criticado por Dilma, Aécio e Marina

A condenação, dada na sexta-feira (14 de março), trata de declarações que o católico Fidelix deu numa entrevista num programa de TV em 28 de setembro de 2014, onde ele disse:

“Aparelho excretor não reproduz (…) Como é que pode um pai de família, um avô ficar aqui escorado porque tem medo de perder voto? Prefiro não ter esses votos, mas ser um pai, um avô que tem vergonha na cara, que instrua seu filho, que instrua seu neto. Vamos acabar com essa historinha. Eu vi agora o santo padre, o papa, expurgar, fez muito bem, do Vaticano, um pedófilo. Está certo! Nós tratamos a vida toda com a religiosidade para que nossos filhos possam encontrar realmente um bom caminho familiar.”
Fidelix também recomendou tratamento psicológico para homossexuais e disse que os homossexuais deveriam ser mantidos longe das famílias e seus filhos.
Na época, o programa de TV também entrevistou os outros candidatos presidenciais, que não gostaram da opinião de Fidelix.
Dilma Rousseff, candidata do Partido dos Trabalhadores que acabou vencendo a eleição presidencial, disse sobre a opinião dele: “Eu já disse que sou contra a homofobia e acho que o Brasil atingiu um patamar de civilidade que não podemos conviver com processos de descriminalização que levem à violência. Eu acho que a homofobia tem de ser criminalizada.” Dilma é uma esquerdista com ligações com a Venezuela e Cuba.
Marina Silva, candidata do Partido Socialista Brasileiro, considerou “homofóbicas e inaceitáveis em quaisquer circunstâncias” as declarações de Levy Fidelix. No programa de TV, ela havia se comprometido a mobilizar seu partido, a Rede Sustentabilidade, a processar Fidelix por “homofobia.” Estranhamente, Marina acabou sendo representada, por uma propaganda de origem desconhecida, como “conservadora” na mídia americana, que estava silenciosa sobre Fidelix e suas posturas muito mais conservadoras.
Aécio Neves, candidato do PSDB, lamentou as declarações de Fidelix, dizendo: “Nosso repúdio absoluto àquelas declarações. E como já disse mais de uma vez, na minha avaliação, todo tipo de discriminação é crime. Homofobia também.”
David Axelrod, que trabalhou como um assessor principal da Casa Branca depois de ajudar a eleger Obama, havia sido contratado para construir a candidatura de Aécio Neves para a campanha presidencial do Brasil em 2014.
Axelrod foi trazido ao Brasil com a ajuda do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, também conhecido por suas iniciais FHC — que é amigo íntimo do ex-presidente americano Bill Clinton. FHC fundou o PSDB, o Partido da Social Democracia Brasileira, cujo candidato presidencial foi Aécio.
Axelrod, que é assessor de longa data de Obama, escreveu em sua biografia recente, “Believer: My Forty Years in Politics” (Crente: Meus Quarenta Anos na Política), que Obama seguiu seu conselho de que ele não deveria declarar sua posição real sobre o “casamento” gay de modo que ele pudesse evitar oposição de líderes religiosos negros americanos e outros para se eleger presidente em 2008. Ele disse que Obama “modificou sua posição” para dizer que apoiava uniões civis — mas não “casamento” de mesmo sexo.
Possivelmente, Axelrod ensinou seu candidato brasileiro a mentir sobre as mesmas questões. Mesmo assim, tanto Fernando Henrique Cardoso quanto Aécio Neves foram retratados como “conservadores” pela grande mídia americana. Nessa altura, fico tentando imaginar por que a mídia dos EUA rotula políticos esquerdistas brasileiros como “conservadores” se todos eles se opuseram e atacaram Fidelix e suas opiniões antissodomia.
O candidato de Axelrod perdeu, mas a agenda homossexual não. Para o prejuízo de questões morais, principalmente uma resistência ao avanço da tirania homossexual, o foco das batalhas políticas tem sido econômico.
Ontem (15 de março), de acordo com a Reuters, “Mais de um milhão de manifestantes marcharam em cidades em todo o Brasil no domingo para protestar contra uma economia lenta, aumento de preços e corrupção — e para pedir o impeachment da presidente esquerdista Dilma Rousseff.”
Entre os que estavam se opondo a Dilma estavam Aécio e Marina.
Hoje (16 de março), com manchetes sobre a condenação de Fidelix, não houve nenhuma manifestação, de Aécio ou Marina, para defender a liberdade de expressão de Fidelix.
Num mundo ideal, ele nunca teria sido condenado, e Dilma, Aécio e Marina veriam milhões de manifestantes marchando contra suas agendas esquerdistas.
O Tribunal de Justiça de São Paulo disse que as declarações de Fidelix ultrapassaram os limites da liberdade de expressão e que incidiu o discurso de ódio. Em sua decisão, o tribunal acrescentou: “Reflete uma triste realidade brasileira de violência e discriminação a esse segmento. O Poder Público tem a função primordial de tutela da dignidade humana”.
Agora, o vício homossexual se equipara à “dignidade humana.”
A ação movida pelo movimento LGBT também quer que Fidelix e seu partido paguem as despesas da produção de um programa de TV que promova direitos homossexuais. Além disso, estabelece uma multa diária de 500 mil reais por cada dia de descumprimento da ordem judicial.
Durante o programa de TV de setembro passado, onde Fidelix fez suas declarações, um integrante do Partido Socialista Brasileiro, da candidata Marina, disse: O pior é que a maioria do eleitorado pensa como Fidelix.
Como Fidelix, a maioria do povo brasileiro é católica.
Mesmo desconsiderando a religião dele, a opinião dele é diferente do que pensa a vasta maioria do povo brasileiro? Não. De acordo com pesquisa realizada por um instituto ligado ao PT, 99% do povo brasileiro é “homofóbico,” isto é, tem opiniões contrárias ao comportamento homossexual.
Hoje, Fidelix é multado em 1 milhões de reais por expressar uma opinião contra a óbvia depravação homossexual. Amanhã, pastores e padres e seus membros poderão ser os próximos.
Se o povo não fizer manifestações em favor da liberdade de expressão de Fidelix, Cuba, Venezuela, Axelrod, Obama e outros radicais anti-família vão manter na presidência do Brasil indivíduos fieis à agenda homossexual.
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