Marco Feliciano sai em defesa de Levy Fidelix

Parlamentar criticou condenação por homofobia protocolada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo.

Condenado a pagar R$ 1 milhão por crime de “homofobia” por afirmar que “dois iguais não fazem filhos” e que “aparelho excretor não reproduz”, durante debate nas eleições de 2014, quando disputava a Presidência pelo PRTB, Levy Fidelix recebeu o apoio do deputado federal Marco Feliciano (PSC/SP).

Fidelix foi condenado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo na última sexta-feira (13) por danos morais a movimentos Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros (LGBT) ao expressar sua opinião contra a prática homossexual.

“Levy Fidelix, foi processado e condenado a pagar uma multa de 1 milhão de reais por expressar seus pensamentos, ainda cabe recurso, e vou torcer para que ele seja inocentado em outra instância”, disse Feliciano.

A ação civil pública foi ajuizada pela Defensoria Pública do Estado de São Paulo e alegou que, quando questionado pela candidata Luciana Genro sobre “o motivo pelo qual muitos daqueles que defendem a família se recusam a reconhecer o direito de casais de pessoas do mesmo sexo ao casamento civil” o candidato respondeu que dois iguais não fazem filho” e que “aparelho excretor não reproduz” ao se referir a prática homossexual.

Para o Marco Feliciano existem uma “ditadura gay” e ele tem alertado sobre isso desde 2011, também criticou o fato de Levy ter sido condenado mesmo não havendo no código penal o crime por homofobia.

“Vivemos a ditadura gay, venho falando sobre ela desde 2011. Sem haver no código penal o crime por homofobia, Levy foi condenado, imaginem se homofobia estivesse tipificada no código penal… Pastores e padres não poderão mais pregar em seus púlpitos o que a Bíblia diz ser pecado”, criticou Marco Feliciano.

A sentença é em primeira instância e cabe recurso, mas caso seja condenado, o valor, corrigido, será destinado a ações de promoção da causa gay.

“Se Levy Fidelix for condenado em todas as instâncias, criar-se-á a jurisprudência sem que haja necessidade da lei aprovada. Assim como foi no caso da união estável e civil entre pessoas do mesmo sexo”, alertou Feliciano.

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