Destaques na semana do Brasil, 15 a 20 de março

No domingo (15), a sociedade brasileira foi marcada por protestos contra a presidente Dilma Rousseff. Manifestações em massa protestaram contra a corrupção e pediram o impeachment dela.

Ainda que o governo de Dilma tenha um proeminente histórico socialista de ativismo pró-aborto e pró-sodomia desde 2011, os protestos focaram, de acordo com a Reuters, “numa economia lenta, aumento de preços e corrupção.”

As manifestações em massa não incluíram protestos contra o aborto e a agenda gay. Socialistas pró-aborto e pró-sodomia também protestaram contra Dilma.
Na segunda-feira (16), a mídia teve manchetes do ex-candidato à presidência do Brasil Levy Fidelix, condenado a pagar uma multa de 1 milhão de reais numa ação civil pública movida pelo movimento LGBT, porque ele havia feito declarações em defesa da família e crianças contra a agenda homossexual. Não houve nenhuma manifestação, grande ou mesmo pequena, em apoio dele. O deputado Marco Feliciano, um pastor evangélico, foi a única personalidade proeminente a apoiar Fidelix, que é católico.
Na quinta-feira (19), a ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal, rejeitou recurso do Ministério Público do Paraná que queria proteger crianças de adoção por duplas homossexuais.
Em sua decisão, a ministra argumentou que o conceito de família não pode ser restrito por causa de duplas homossexuais, de acordo com a revista Exame.
Na opinião dela, o conceito de família, com regras de visibilidade, continuidade e durabilidade, também pode ser aplicado a pessoas do mesmo sexo.
Pelo fato de que essa é uma decisão vindo do tribunal mais elevado do Brasil, é uma grande derrota para os esforços para proteger crianças de abuso ideológico, moral, espiritual e até físico.
Na sexta-feira (20), o Dep. Marco Feliciano denunciou publicamente uma decisão do PromotorThiago, que quer que os banheiros dos shoppings no Distrito Federal, onde está localizada Brasília, estejam à disposição das pessoas não de acordo com seu sexo biológico, mas de acordo com sua “identidade de gênero.” A decisão dele segue uma nova resolução do Conselho Nacional dos Direitos Humanos do governo de Dilma.
Feliciano perguntou: “Como ficarão as pessoas que usarem estes espaços, banheiro e vestiário, quando forem ocupados por uma pessoa do sexo oposto? E o constrangimento? E o risco de assédio?”
Ele também perguntou: “Onde estão as feministas? Essa resolução expõe as mulheres ao constrangimento e ao risco. E se houver má fé de meninos/homens que decidam frequentar banheiros femininos?”
Na semana passada, Feliciano introduziu dois projetos de lei para lidar com essas questões. Se aprovados, eles suspenderão a resolução federal.

Fonte: Katehon

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