Globalismo Versus Nacionalismo 

O lado feio da globalização é a ideia de que a autoridade mais centralizada é uma coisa boa. É a mesma atitude que foi prevalecente na Torre de Babel.

Dentre as muitas batalhas espirituais que causam impacto a este mundo físico está o conflito entre o globalismo e o nacionalismo, que revela nossa proximidade com o final dos tempos. Embora a influência do globalismo tenha sido uma tendência óbvia durante muitos anos, o progresso daqueles que têm uma visão globalista tem acelerado e, assim, promete realizar avanços ainda mais significativos.

Tudo isso estabelece o palco para o governo global do Anticristo quando lhe será “dada autoridade sobre toda tribo, povo, língua e nação” (Apocalipse 13.7, NVI).

A tendência em direção a uma autoridade global centralizada é intensa e há algumas razões bastante lógicas pelas quais a globalização faz sentido. A globalização oferece benefícios econômicos, tais como um crescente comércio global e investimentos que fazem expandir a prosperidade. E há uma visão para a paz entre as nações que deveria ser atingível se o mundo simplesmente pudesse trabalhar mais em conjunto. Logicamente, seria necessário haver uma poderosa autoridade global para fazer isso acontecer.

A elite governante mundial está se tornando mais unificada em sua visão de um governo global como solução para aquilo que aflige a humanidade. E, como os humanistas geralmente negam mas praticam de todo o coração, os fins justificam os meios. Eles têm fabricado uma crise de mudança climática para forçarem o mundo a trabalhar junto e para terem mais controle sobre a população.

Não há nada como uma boa crise para fazer mudanças que nos movem para mais perto de um poder governamental mais global. A intensa correção política associada à “ciência estabelecida” da mudança climática revelam que poderosas forças espirituais estão por detrás da crise.

Não há nada como uma boa crise para fazer mudanças que nos movem para mais perto de um poder governamental mais global.

O lado feio da globalização é a ideia de que a autoridade mais centralizada é uma coisa boa. Ela apela para uma visão de mundo humanista que acredita que podemos resolver qualquer problema que a humanidade enfrente através do esforço humano coletivo separadamente de Deus. Este espírito de independência de Deus é idolatria e é a mesma atitude que foi prevalecente na Torre de Babel quando Deus espalhou o povo confundindo-lhe a linguagem (Gênesis 11).

Embora visionários humanistas progressistas creiam que uma autoridade mais centralizada torna o governo mais eficiente, o que acontece é exatamente o contrário. O fracasso de poderosos governos centralizados é uma lição óbvia da história. É por isso que temos o clichê que o poder corrompe e que o poder absoluto corrompe absolutamente.

Entretanto, os humanistas do mundo persistem em achar que eles são mais “evoluídos” e, portanto, mais espertos do que todos que já passaram antes deles, crendo realmente serem aqueles que podem fazer o governo centralizado funcionar melhor.

Deveria ser óbvio que, neste mundo caído, um governo mais localizado funciona melhor do que uma autoridade centralizada. Um governo menor e mais distribuído, que seja mais próximo do povo a quem ele serve, é mais capaz de responder às necessidades do povo.

Existem diferenças geográficas, demográficas e culturais entre os grupos de pessoas que lhes dão necessidades diferentes. As autoridades centralizadas não conseguem nem ver essas necessidades, quanto mais pensar em soluções que, por terem funcionado em um lugar, terão sucesso universal.

Dentre as coisas que têm feito os Estados Unidos serem um país excepcional tem sido [sua] Constituição, que permite uma divisão dos poderes centralizados com pesos e contrapesos na autoridade. E havia o princípio dos direitos dos Estados que distribuía o poder governamental mais localmente.

A tendência, entretanto, tem sido dar mais poder para o governo federal e até mesmo os pesos e contrapesos têm sido desagregados, dando ao presidente mais autoridade do que é permitido pela Constituição. Esta cessão de autoridade prefigura o espírito que trará o Anticristo ao poder.

Eles têm um único propósito, e darão seu poder e sua autoridade à besta” (Apocalipse 17.13, NVI).

Nos Estados Unidos a mudança está no ar. A ideia constitucional de que o governo existe para servir o povo já se foi. Em vez dessa ideia, o que fica é que o povo existe para servir o coletivo. À medida que o crescente espírito do Anticristo faz com que os governos locais cedam sua autoridade para autoridades governamentais superiores, também as pessoas estão dispostas a ceder suas liberdades em troca de mais segurança. Estes são os tempos sobre os quais as Escrituras nos falam:

Quando disserem: “Paz e segurança”, a destruição virá sobre eles de repente, como as dores de parto à mulher grávida” (1 Tessalonicenses 5.3, NVI).

O espírito do Anticristo incitando a crescente globalização está no âmago da rebelião contra a ordem que Deus estabeleceu. Esse espírito é que está por detrás do movimento para se abrirem as fronteiras para uma imigração sem restrições. Se o mundo deve estar unido como uma família global, não pode haver fronteiras nacionais. Porém, Deus está no controle e Ele estabeleceu fronteiras nacionais com um propósito.

De um só fez ele todos os povos, para que povoassem toda a terra, tendo determinado os tempos anteriormente estabelecidos e os lugares exatos em que deveriam habitar” (Atos 17.26, NVI).

O crescente desejo para que as pessoas no mundo cedam a liberdade e a autoridade que Deus lhes deu é irracional e revela que a batalha espiritual está acontecendo. Deus está entregando a humanidade a uma mentalidade rebaixada para que o mal possa seguir seu curso natural.

O crescente desejo para que as pessoas no mundo cedam a liberdade e a autoridade que Deus lhes deu é irracional e revela que a batalha espiritual está acontecendo.

Os reis da terra tomam posição e os governantes conspiram unidos contra o Senhor e contra o seu Ungido, e dizem:“Façamos em pedaços as suas correntes, lancemos de nós as suas algemas!” (Salmo 2.2-3, NVI).

A trajetória deste mundo é desesperadora para aqueles que se importam em considerar as ramificações das mudanças dramáticas que estão em andamento. Em vez de gastarem seu tempo tentando lutar contra essas mudanças, os seguidores de Cristo honrarão mais a Deus se ajudarem as pessoas perturbadas pelas tendências do mundo a verem que a Palavra de Deus oferece consolação para a humanidade nesses momentos.

O caminho deste mundo já foi predito desde os tempos da antiguidade e é necessário que Deus prepare o mundo para Jesus Cristo ser a autoridade governante central final pela qual a humanidade anseia.

Todos os indicadores mostram que este mundo não terá que esperar muito para que chegue o reino milenar. O palco está rapidamente sendo preparado para o tempo terrível da Tribulação, que precede o retorno de Cristo. Mas, como indivíduos nesta Era da Graça, não temos que esperar que Cristo volte para experimentarmos Sua paz em nossa vida agora mesmo.

Todos que entregam sua vida a Jesus, reconhecendo-O como seu Salvador e Senhor, experimentarão uma vida abundante aqui e agora. E também temos a Bendita Esperança de sermos trasladados em nossos corpos glorificados e eternos quando Deus concluir a atual Era da Graça antes da Tribulação. “Amém. Vem, Senhor Jesus!” — Apocalipse 22.20b, NVI (Scott Huckaby — raptureready.com — Chamada.com.br)

Extraído de Revista Chamada da Meia-Noite maio de 2016

Revista mensal que trata de vida cristã, defesa da fé, profecias, acontecimentos mundiais e muito mais. Veja como a Bíblia descreveu no passado o mundo em que vivemos hoje, e o de amanhã também.

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