A Verdade Gratificante

A maioria, na turbulência cotidiana, esquece sua filiação divina. Quanto espaço você concede ao Espírito Santo quando toma suas decisões?

E, porque vocês são filhos, Deus enviou o Espírito de seu Filho ao coração de vocês, e ele clama: ‘Aba, Pai’” (Gálatas 4.6).

Gostaria de lhe perguntar quanto espaço você concede ao Espírito Santo quando toma suas decisões?

A maioria, na turbulência cotidiana, esquece sua filiação divina. Ficam desesperados lutando contra milhares de dificuldades como se a sua vida estivesse por um fio e como se dependessem de seu próprio esforço, tanto para o bem como para o mal. Desconfiados, eles estabelecem linhas de defesa, sentem-se ameaçados por todos e, então, admiram-se quando acabam envoltos em frieza e solidão. Assim, ao ficarem constantemente decepcionados com as pessoas, sua vida transborda de amargura. Que vida!

Você está consciente de que é filho do Pai Celestial? Esse fato maravilhoso deveria estar assinalado em um painel triunfal de Deus sobre a sua vida. Essa consciência deveria ser o único fator a determinar o seu pensar e agir. No dia em que o seu nome foi inscrito no Livro da Vida pelo Pai Celestial, o Espírito Santo de Deus também foi derramado em seu coração. Você está ciente desse tesouro em seu coração? Muitos cristãos nem sabem que possuem esse tesouro, que o Espírito Santo de fato mora no seu coração. Isso não seria uma ideia gratificante para você?

Se a cada instante de nossa vida levássemos em conta a existência desse tesouro, dessa santa presença em nós, certamente a situação seria bem diferente.

Por que nossos ouvidos se desviam tão facilmente dessa voz suave do Espírito de Deus em nosso coração? Por que os nossos ouvidos estão lacrados com tanta frequência? Quantas vezes Sua voz amorosa chamou nossa atenção para as Suas maravilhosas promessas, nos consolou e disse que nos preocupamos à toa! Quantas vezes o Espírito de Deus sussurrou tão amorosamente ao nosso ouvido: “Não, você não foi abandonado! Seu Pai Celestial está com você! Entregue-Lhe suas preocupações! Entregue-Lhe seus negócios, sua existência, sua saúde, sua família!” No entanto, o alvoroço do seu dia a dia abafou essa voz.

Será que é por esse motivo que existem tantos “deprimidos” no dia a dia, porque esse “navegador divino” é desconsiderado, seja pelos mais diversos motivos, e o robusto ego é interposto sem restrições e luta pelos seus direitos? Será esse o motivo pelo qual nossos caminhos têm tão pouca objetividade? Será que é por isso que precisamos fazer tantos desvios – às vezes dolorosos – para atingirmos nossos objetivos? Será esse o motivo de nossas “dores lombares espirituais”, pelo fato de acumularmos fardos que nem foram destinados para nós?

Como sabemos ser teimosos! Temos corações rebeldes como Israel quando estava no deserto. Imagine a tristeza do Espírito de Deus quando o Seu chamado – “Aba, Pai” – não encontra eco em nossa vida. Como conseguimos ser tão tolos! Por outro lado, é tão simples, tão repousante, tão relaxante e, ao mesmo tempo, torna tão feliz e alegre poder usufruir esse maravilhoso presente de Deus.

Não, não somos mais escravos do pecado! Não somos figuras deformadas no tabuleiro de xadrez do Diabo. Somos filhos de Deus! Imaginem só: filhos de Deus! A gente quase não ousa pronunciar isso. Se não constasse na Bíblia, poderíamos considerar uma ousadia ofensiva. No entanto, está escrito! E nada disso muda! Nada!

Como seriam diferentes os nossos encontros nas reuniões da igreja se essa verdade divina realmente determinasse a nossa consciência! Não daríamos muito mais atenção à Palavra de Deus? Não teríamos mais alegria em agradecer? Não oraríamos mais comovidos e com mais dignidade? Não pregaríamos mais santificados? Não cantaríamos com mais amor? Nossa fé não seria muito mais sincera? Estaríamos muito mais dispostos a perdoar e a tirar as penas do pavão empinado existente em nós! Estaríamos servindo ao Senhor com muito mais diligência e nossa expectativa pela Sua Volta do Céu seria maior se essa maravilhosa promessa tomasse conta e nos levasse a nos regozijarmos. Então nossos pensamentos se dobrariam em adoração diante dessa incrível graça, que permite que sejamos chamados de filhos de Deus.

O inimigo não consegue tocar na sua condição de “filiação divina”.

É lógico que o Diabo está espumando de raiva por isso, e tenta através de ataques de toda a espécie obscurecer esse nosso triunfo. E quantas vezes ele consegue fazê-lo quando não tomamos o devido cuidado com o pecado! Então aparece a negligência, a descrença, o egoísmo, a tristeza e o pessimismo. Surgem preocupações e autocomiseração.

Não, o inimigo não consegue tocar na sua condição de “filiação divina”. No entanto, com frequência ele consegue interromper e atrapalhar as bênçãos que nos são concedidas nessa relação Pai-filho. Você, porém: olhe para o alto! E se você tem algo a lamentar, diga-o ao seu Pai Celestial, pois Ele concedeu o Seu Espírito Santo para o coração de cada pessoa renascida. Ele lhe responderá de acordo com a sua situação de “filiação divina”! — Manfred Paul

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