Elogios à infidelidade?

Não entendo a parábola de Lucas 16. Por que o senhor elogiou o administrador infiel?

Pergunta: “Lucas 16.8-9 fala do administrador infiel: ‘E elogiou o senhor o administrador infiel porque se houvera atiladamente, porque os filhos do mundo são mais hábeis na sua própria geração do que os filhos da luz. E eu vos recomendo: das riquezas de origem iníqua fazei amigos; para que, quando aquelas vos faltarem, esses amigos vos recebam nos tabernáculos eternos’. Não entendo essa parábola. Por que o senhor elogiou o administrador infiel?”

Resposta: Quando lemos uma parábola, devemos nos perguntar sempre qual é seu ensinamento principal. Neste caso: “O que Jesus quer me ensinar através dessa parábola; o que posso aprender dela para minha vida pessoal?” As parábolas bíblicas não precisam ser interpretadas nos mínimos detalhes; elas contêm um ensinamento central e é esta ênfase que devemos tentar descobrir. A parábola do administrador infiel parece indicar que ele, antes de ser demitido, tomou providências para assegurar seu sustento no tempo “depois” de perder o emprego. Nesse sentido, ele foi hábil, pois preocupou-se com seu futuro.

Em sentido figurado, nós deveríamos fazer o mesmo: não priorizar as coisas deste mundo mas o que virá depois. O mais importante é estar preparado para o momento em que vamos deixar esta terra e nosso “tabernáculo terreno”.

O fato do senhor elogiar o administrador infiel não significa que ele estava achando corretas as suas fraudes. Ele elogiou apenas sua esperteza, o que também tem algo a nos ensinar. Muitas vezes, os filhos deste mundo são mais sábios e conseqüentes na realização de seus planos e na execução de seus propósitos do que os filhos da luz no cumprimento de sua tarefa aqui na terra.

Por essa razão, creio que essa parábola nos ensina o seguinte: devemos usar todos os recursos que temos à disposição – inclusive bens e dinheiro – tendo em vista o “depois”, a eternidade, buscando em primeiro lugar o reino dos céus. Precisamos nos desprender daquilo que nos foi confiado, pois, de qualquer forma, um dia teremos de deixar tudo para trás. Quando nosso coração é totalmente do Senhor, Ele passa a ser nosso bem supremo, acima de todas as outras coisas. Então também nos empenharemos e buscaremos meios e possibilidades de investir na eternidade tudo o que temos e o que somos. (Norbert Lieth)

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Avaliando o Sucesso

Se alguém deseja uma imagem do “sucesso de acordo com o que vem de cima”, observe Jesus limpando os pés dos Seus discípulos indignos.

Ao avaliar os primeiros vinte anos como rei, alguém poderia facilmente afirmar que Salomão foi incrivelmente bem-sucedido. Salomão estava no momento da vida em que ele precisava direcionar sua mentalidade de sucesso para uma de significância, a fim de evitar que suas conquistas acabassem em fracassos. Se alguém deseja uma imagem do “sucesso de acordo com o que vem de cima”, da grandeza do ponto de vista de Deus, não espere pelo retumbar das bandas de Broadway; ao invés disso, escute o retinir da água pingando em uma bacia, enquanto Deus encarna em uma humildade que faz os anjos segurarem suas respirações, limpando os pés dos Seus discípulos indignos.

Alcançando sucesso

Os capítulos 9-11 de 1Reis detalham os anos finais da vida de Salomão e recontam a sua apostasia. No capítulo 9, Deus emitiu tanto uma promessa quanto uma advertência em relação à adoração (especialmente na questão do Templo). As pessoas foram lembradas que a construção em si (do Templo) não era uma mera garantia da bênção de Deus. Mesmo hoje o povo de Deus pode ser tentado a confiar em empreendimentos anteriores ou indicadores externos de sucesso, em vez de buscar implacavelmente o “chamado celestial de Deus em Cristo Jesus” (cf. Fp 3.12-14).

Conforme os dois livros de Reis revelam o progresso do povo de Deus ao longo do período da monarquia, fica evidente que Israel confiava mais nas aparências externas de religiosidade do que agradar a Deus por meio da transformação interior (cf. Lv 20.26; Rm 12.1-2; 1Pe 1.13-16). Receber imensos privilégios espirituais pode às vezes levar a pessoa a pensar que é imune à disciplina de Deus. 1Reis nos lembra que grandes privilégios sempre aumentam as responsabilidades, ao invés de diminuí-las.

Quando ele terminou de construir o Templo e o seu próprio palácio, Salomão realizou tudo o que desejava. Naquele momento, o Senhor lhe apareceu novamente (1Rs 9.1-2); embora, essa ocasião foi diferente pois Deus não perguntou à Salomão o que ele desejava (cf. 3.5). Deus avisou ao rei o que aconteceria caso ele não medisse o sucesso por aquilo que Deus queria dele (9.3-9). O restante de 1Reis irá recontar a história do povo de Deus até um ponto onde a promessa de Deus seria intensivamente relevante (cf. Dt 28.36-37,58-68; Js 23.15-16).

Semelhante a todos os líderes de Deus, a Salomão foi concedida uma escolha; isso queria dizer que suas responsabilidades eram significativas, especialmente porque o reino podia colher os benefícios tanto da independência política quanto da independência econômica. Apesar disso, como Jesus disse: “A quem muito foi dado, muito será exigido; e a quem muito foi confiado, muito mais será pedido” (Lc 12.48). Por essa razão, o escritor de 1Reis (9.10-10.29) aborda a habilidade de Salomão de governar o povo de Deus.

Salomão investiu muito para financiar e manter seu projeto de construção. Para compensar a sua enorme dívida “o rei Salomão deu vinte cidades da Galileia a Hirão” (9.11). As cidades eram evidentemente parte da herança de Aser (cf. Js 19.24-31), o que significava que Salomão estava entregando a Terra Prometida.

Salomão investiu bastante na proteção militar ao construir uma rede de cidades fortificadas na região. Entretanto, os projetos não foram sem custos, porque grandes finanças e recursos humanos foram necessários. As cidades foram construídas com trabalho forçado (1Rs 9.15,20-22; cf. 4.6). Moisés e Samuel alertaram o povo que um rei cobraria impostos deles excessivamente, além de exigir o seu trabalho para benefício próprio e, iria, no geral, enriquecer o reino à custa dos outros (Dt 17.16-17; 1Sm 8.11-17). O reino de Salomão foi poderoso, mas suas ambições pessoais foram esmagadoras para o povo, e acabariam levando à uma rebelião.

1Reis 9.1 afirma que quando o Rei Salomão terminou de construir o Templo e o palácio real, tudo o que ele “tinha desejado e designara fazer” estava realizado. Salomão começou seus projetos de construção no quarto ano do seu reino (6.1), e ele levou vinte anos para construir os “dois edifícios” (9.10). Se ele subiu ao trono com aproximadamente vinte anos de idade, então ele estava em seus quarenta quando acabou de construir tudo o que “tinha desejado e designara fazer. Ele estava um pouco além da metade do seu reinado de quarenta anos (11.42).

Atingindo um significado

O Rei Salomão estava vivendo os melhores anos de sua vida, conforme ele andava experimentando o auge dos seus dias, tanto como homem quanto como rei. Ao chegar à metade do seu reinado de quarenta anos, Salomão aproveitou a invejável e única situação de ter feito tudo que “tinha desejado e designara fazer”. Com quarenta e quatro anos, Salomão foi favorecido e especialmente abençoado por ser o responsável pela “era de ouro” de Israel. A História coloca Salomão como um dos reis de mais sucesso desta nação.

Pouco depois da metade do seu reinado, a vida de Salomão parecia – segundo todos os padrões – ser extremamente bem-sucedida. No entanto, ele nunca emergiu do sucesso para a significância.

A segunda metade da vida de Salomão não foi de sucesso. Seu reinado foi marcante mas completamente superficial. Salomão falhou como rei porque ele fez compromissos com os padrões de Deus, que resultaram em consequências devastadoras e duradouras.

A vida de Salomão demonstrou diversas verdades. Primeira: sucesso tem o potencial inerente de se tornar viciante. Salomão acumulou uma grande fama e riqueza, mesmo assim faltava-lhe um objetivo ou propósito que o movesse e uma estratégia para o futuro. Seu estilo de vida se tornou excessivamente um de autosserviço.

Segunda: sucesso pode se tornar enganoso porque pode obscurecer o seu verdadeiro ser e circunstância. Toda a riqueza que cercava Salomão obscurecia o fato de que o seu coração estava se afastando de Deus.

Perto do fim de sua vida, Salomão escreveu que uma vida sem o foco em Deus é uma vida sem sentido e propósito. “Vaidade de vaidades”, ele observou; tudo é totalmente fútil sem o Senhor Deus (Ec 1.2). Um grande acúmulo de “coisas” não pode substituir um relacionamento com Deus.

Terceira: sucesso pode se tornar ilusório. Certamente ninguém que terminou de ler 1Reis 10 iria imaginar que todo o resplandecente sucesso desapareceria em poucos anos, no entanto foi exatamente o que aconteceu.

Avaliar nossas vidas quando chegamos em sua metade é especialmente urgente quando experimentamos tremendo sucesso. Lógico que não podemos nos gloriar do dia de amanhã, porque não sabemos o que trará à luz (Pv 27.1). Portanto, nós devemos viver cada dia prudentemente. Escolhas feitas no presente determinam se poderemos dizer: Combati o bom combate, terminei a corrida, guardei a fé” (2Tm 4.7); e, também vão determinar se nós escutaremos o Senhor dizendo: “Muito bem, servo bom e fiel!” (Mt 25.21).

O decreto eterno de Deus sempre foi o de chamar um povo – consagrado e separado – para si do mundo, e que esse povo eleito viveria suas vidas terrenas como santos (“os únicos”) – consagrados e separados – Nele. Para isso, uma primeira razão para a “pressão” (“tribulação”) exercida sobre os cristãos é para produzir perseverança (resistência), conforme o cristão é dependente do Senhor Deus (Rm 5.3-11). À medida que o “caráter comprovado” se torna evidente na vida cristã, a confiança em Deus se intensifica, e essa esperança “não decepciona” (v.4-5).

O padrão do Rei Davi não é a perfeição, mas o pecado que é confessado; e quando é, há arrependimento e o errado feito certo.

Sucesso aparente pode diminuir o que realmente vai resistir, se não medirmos nossas vidas pelos padrões de Deus. Sucesso autêntico só pode ser determinado ao longo de grandes períodos de tempo. Genuíno sucesso é medido exclusivamente pela perseverança; nesse sentido, a vida de um cristão não é uma arrancada, mas sim uma maratona. A aspiração e o objetivo na vida devem ser de persistir no alvo da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus (Fp 3.10-14).

Salomão é um dos principais exemplos de que a nossa maior ameaça pode ser nós mesmos. O sucesso de Salomão aconteceu mais rápida e extensivamente que de qualquer outro em sua geração. Quando Salomão estava experimentando o auge de seu reinado, seus contemporâneos certamente imaginaram que seu reino duraria mil anos. Mesmo assim o rei se afastou de Deus, e sua autoindulgência continuou produzindo resultados vergonhosos, até ele reconhecer a “vaidade de vaidades” resultante de suas próprias ações (Ec 1.2).

Salomão nunca encontrou um inimigo no campo de batalha, mesmo assim perdeu a maior de todas as batalhas: a batalha com si mesmo. As decisões de Salomão infligiram angústia duradoura sobre o seu reino, e no final, seu legado foi de sofrimento para os que o serviam. Pelas suas próprias ações e qualidades, Salomão demonstrou que um grande intelecto não substitui um coração obediente (cf Ec 12.13-14).

Você e eu também somos vulneráveis da mesma maneira que o Rei Salomão. Nós seríamos intensamente arrogantes e tolos se imaginássemos que de alguma maneira somos impenetráveis às influências que culminaram na queda de Salomão. 1Reis 1-11 é divinamente destinado e revelado para nos estimular a examinar quaisquer que sejam as grandes tentações que existem em nossas vidas e, assim, obrigar-nos a depender de Deus para nossa perseverança (cf. 1Co 10.11-13).

O Rei Davi estabeleceu um padrão de obediência (por exemplo Sl 32.51). Os pecados de Davi são falhas gritantes na sua vida de servo fiel. Quando o profeta Natã repreendeu Davi, o rei se arrependeu e viveu sua vida de forma agradável perante Deus, conforme ele compreendia a bênção do perdão e confiava no Senhor. O padrão do Rei Davi não é a perfeição, mas o pecado que é confessado; e quando é, há arrependimento e o errado feito certo. A graça de Deus nunca deve ser considerada uma oportunidade para o pecado, porque persistir na desobediência desloca a longanimidade de Deus (cf. Rm 6.1-4; 1Pe 4;17). Cristãos não são perfeitos, mas vamos orar para que quando estamos conscientes do nosso pecado, nos arrependeremos e terminaremos bem a obra que Deus nos confiou. — Ron J. Bigalke

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O que significa Amém na Bíblia? Por que os cristãos dizem Amém?

 

Você lê a palavra “amém” muitas vezes nas Escrituras e também escuta frequentemente alguém pronunciá-la, mas o que exatamente significa a palavra amém?

Qual é a forma hebraica de Amém?

A palavra hebraica usada para amém no Antigo Testamento é “ei homens” e significa “seja, verdade, verdade” ou “verdadeiramente” (literalmente “verdade”) é uma declaração de afirmação do que foi falado ou escrito.

É como o pastor dizendo “Jesus é Deus” e alguns na congregação dizem “amém” ou “verdadeiramente”. Amém é frequentemente usado no final de uma oração ou uma afirmação verdadeira. Você poderia dizer “A Palavra de Deus é a Palavra de Deus inspirada” e aqueles que concordam dirão “amém” ou “verdadeiramente é”.

No Salmo 41:13 diz: “Bendito seja o Senhor, o Deus de Israel, de Eterna até a eternidade! Amém e Amém. ” O que Davi conclui neste salmo sobre a graça de Deus não é apenas um amém, mas ele repete duas vezes e na literatura judaica, esta é a maior ênfase possível.

A única maior ênfase que é possível na literatura judaica é dizer isto ou escrevê-lo três vezes e isso só é reservado a Deus, onde é dito que Ele é “Santo, Santo e Santo” em Isaías 6 e alguns outros lugares. Se o lemos de acordo com o significado desta palavra, poderíamos lê-lo como; “Bendito seja o Senhor, o Deus de Israel, desde a eternidade até a eternidade! Verdadeiramente e de verdade “.

Qual é a forma grega de Amém?

A palavra grega para amém é “ἀμήν”, que é muito semelhante ao que significa em hebraico e que é “assim é” ou “verdadeiramente” e até “verdade” e “sim” dependendo da estrutura da frase.

Paulo usa isso em Romanos 1:25 por escrito “porque eles trocaram a verdade sobre Deus por uma mentira e adoraram e serviram a criatura em vez do Criador, que é abençoado para sempre! Amém. ” Então, você pode literalmente traduzir “amém” em Romanos 1:25 para “porque trocaram a verdade sobre Deus por uma mentira, adoraram e serviram a criatura em vez do Criador, que é abençoado para sempre! E assim é “ou” verdadeiramente”.

As Raízes do Amém

A palavra amém tem raízes na palavra semítica “verdade”, então, mesmo hoje, quando se fala, é como dizer “sim, verdade”, ou “isso é verdade”. Nunca devemos dizer amém apenas porque outros estão dizendo isso, em vez disso só devemos dizer amém se estivermos de acordo pessoal com o que acabamos de dizer, porque estamos reconhecendo que o que foi falado é absolutamente verdade. Mais do que isso, é uma vontade de se submeter a essa afirmação e acreditar nas implicações do que precedeu o “amém”.

Jesus frequentemente usava a palavra “amém”, mas às vezes o faz no começo de Suas orações como quando Ele disse “Em verdade, em verdade eu digo a você” ou “com toda a certeza”, como em João 5:24 – “Na verdade, na verdade vos digo que quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida.”.

O que Jesus está enfatizando é “com certeza” ou “com sinceridade, eu digo a você”.

Como Jesus diz duas vezes ou a repete, Ele está dando a maior ênfase possível ao que Ele disse, para que possamos saber com certeza que o que Ele disse é verdade absoluta. O que Ele quer que o ouvinte e o leitor saibam é que “Ei, ouça essa declaração, é muito, muito importante.” Sabemos que tudo o que Jesus disse foi verdadeiro e importante, porque Jesus é Deus e sabemos que Deus não pode mentir (Hebreus 6:18 ; Números 23:19), mas quando Jesus precede uma declaração dizendo “verdadeiramente, verdadeiramente” ou “com toda a certeza”, Ele está literalmente dizendo: “Amém, amém, eu digo a você, quem ouve minha palavra e acredita nela…”.

A repetição da palavra verdadeiramente, verdadeira ou com certeza (amém, amém) é como uma declaração sublinhada ou em negrito se quisermos fazer a mesma ênfase. Podemos até colocar a frase em itálico ou colocar um ponto de exclamação no final da frase.

Conclusão

Você nunca deve dizer “amém” a qualquer coisa sobre a qual você não está certo ou não está totalmente de acordo porque, para isso, é falar com hipocrisia. Se você se arrependeu e confiou em Cristo, então você pode dizer “amém” a esta declaração de Jesus: Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim tem a vida eterna. João 6:47

Para isso, posso dizer “amém” e “isso é verdade” porque acredito que esta é uma verdade objetiva que nunca pode estar errada. Não só não pode ser errado porque Jesus é Deus e Deus não pode mentir, mas acredito que tudo o que Jesus disse foi verdadeiro. Se você acredita nisso, então você já possui a vida eterna e, se realmente acredita nisso, nunca mais irá perecer (João 3:16 ). Amém e amém para isso!

Autor: Jack Wellman

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3.000 Anos de História Judaica

Apesar de ter vivido sob o domínio de vários governantes diferentes, Jerusalém mantém impregnadas as características judaicas – há 3.000 anos.

Nos séculos passados, Jerusalém viveu sob o domínio de vários governantes diferentes. No entanto, apesar da história variável, a cidade mantém impregnadas as características judaicas – há 3.000 anos.

Os cabeçalhos das correspondências dos ministros israelenses contêm uma logomarca dourada, em comemoração à reunificação de Jerusalém, há 50 anos. A ministra da cultura Miri Regev a divulgou em seu gabinete, no dia 5 de março. A base principal da peça gráfica é o número 50. Uma harpa estilizada no algarismo 5 serviria para lembrar do rei Davi, confirmado na Bíblia, que “há 3.000 anos declarou Jerusalém como nossa capital”. Com isso iniciou-se a história judaica na cidade. Foi adicionada uma cabeça de leão como símbolo da moderna cidade de Jerusalém. No algarismo zero aparece a bandeira de Israel sobre os muros de Jerusalém, do Muro das Lamentações e do templo, “o que ela fez pela primeira vez no ano de 1967”, esclareceu Regev. A cor foi inspirada na canção conhecida de Naomi Shemer: “Yerushalayim Shel Zahav” (“Jerusalém de ouro”).

Sob o gráfico consta a legenda em cor preta: “50 Anos de Libertação de Jerusalém: Jerusalém unida e unindo”. Diante da crítica quanto à palavra “libertação”, a ministra respondeu: “As ligações entre a nação judaica e Jerusalém talvez sejam as mais fortes que já houve entre um povo e um Estado”. O Talmude Babilônico reforça essa concepção, no tratado Kiddushin (49b). Ali consta, em relação à criação: “Dez medidas de beleza desceram para o mundo. Jerusalém assumiu nove delas e uma foi para o mundo inteiro”. De acordo com essa interpretação, Deus reservou 90 por cento de toda a beleza para Jerusalém e apenas 10 por cento para o restante do mundo. Nas residências na Diáspora há os indicadores “Misrach”, que apontam para o Oriente, e assim indicam o direcionamento das orações para Jerusalém.

Salomão, o filho de Davi, construiu o primeiro templo judaico em Jerusalém. Após esse ter sido destruído, a cidade viveu uma história instável e sofrida: ela foi conquistada sucessivamente pelos babilônios, persas, gregos e romanos. No entanto, os judeus sempre retornavam à cidade de seus anseios. Eles reconstruíram o templo. No ano 135 d.C., 65 anos após a destruição do segundo templo, fracassou a rebelião judaica liderada por Simon bar Kokhba. Jerusalém foi transformada na colônia militar romana Aelia Capitolina. Os judeus não tinham acesso à cidade. Toda a região passou a ser chamada de Palestina. Com a mudança de nome os romanos pretendiam apagar qualquer lembrança da vida judaica na região.

Posteriormente houve ainda outros dominadores sobre Jerusalém, como os bizantinos, cruzados, mamelucos e osmanianos, até que, em 1917, a cidade foi conquistada pelos britânicos. No plano de divisão de 1947, as Nações Unidas sugeriram instituir um Estado árabe ao lado do Estado judeu, na área da Palestina. A grande área de Jerusalém deveria ser de domínio internacional. Os judeus aceitaram o plano, os árabes, porém, o rejeitaram.

Após a fundação do Estado judeu, em maio de 1948, durante a Guerra da Independência, a Jordânia ocupou o setor oriental da cidade. Os judeus não tinham mais acesso ao Muro das Lamentações. Isso, no entanto, mudou a partir da Guerra dos Seis Dias. Um nome ficou especialmente relacionado com a reunificação: Teddy Kollek. Esse austríaco por nascimento foi prefeito de Jerusalém de 1965 até 1993. Já em setembro de 1966 ele criou a Fundação Jerusalém. Ela deveria promover o pluralismo para as três religiões monoteístas dominantes. Kollek rejeitava qualquer espécie de extremismo, tanto do lado árabe como do judeu. Ele assegurou absoluta liberdade religiosa a todos os habitantes e assim alcançou relativa convivência pacífica na capital israelense.

Em abril de 2003, Kollek declarou ao periódico “Welt am Sonntag” (“Mundo aos Domingos”) que ele não conseguia imaginar que Jerusalém fosse novamente dividida: “A guerra causou a divisão. Depois a divisão terminou. Eu imagino que tenha sido para sempre”. Após o seu falecimento, em janeiro de 2007, o ex-chanceler Helmut Kohl declarou: “Ele constituiu a moderna Jerusalém do século XX como ninguém mais conseguiria. Que Jerusalém hoje é uma das cidades mais belas do mundo também se deve unicamente a ele”.

No ano de 1980, Israel determinou por decreto que Jerusalém seria sua eterna capital indivisível. Isso, no entanto, não é aceito pela comunidade internacional. Ao invés disso, há esforços, como recentemente realizados pela UNESCO, de negar a ligação judaica com os locais sagrados em Jerusalém. (Elisabeth Hausen — israelnetz.com)

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A televisão divina

Peça que o Senhor Jesus novamente conceda a você a visão da fé! Não olhe para as ondas das circunstâncias, mas para o seu maravilhoso Salvador!

Contudo, vemos Jesus… coroado ‘de glória e honra’” (Hebreus 2.9 – NVT).

Ainda estamos lembrados? A época do Natal – comércio muito animado. Cordas luminosas enfeitam as ruas tristonhas e, de uma hora para a outra, espalham o clima natalino pela cidade e pelo país.

No entanto, seja sincero: nada perde tão rapidamente o seu valor e atenção como os enfeites de Natal. Mal passaram os feriados, até mesmo a joia mais sofisticada torna-se um mero objeto empoeirado. E então? Finanças saqueadas, o humor alterado, os corações vazios. Do “feliz Natal!” restou apenas pouca coisa.

Constantemente fico muito triste em observar que o Diabo consegue ofuscar os olhos das pessoas para que, de maneira nenhuma, Jesus Cristo, que é o verdadeiro presente de Deus, alcance o coração delas. Elas são soterradas com milhares de coisas irrelevantes. Não, não é Natal sem o peru da ceia, saladas e pratos artisticamente elaborados, drinques sofisticados e guloseimas. Após esse estresse festivo, muitos estão realmente até os joelhos com embalagens rasgadas de presentes natalinos. Ouvidos zunindo, olhos brilhantes – e com gratidão fingida. Na verdade, temos de tudo que queremos.

Seguem os costumeiros discursos no rádio ou na TV! Tão insignificantes, vazios e ocos! Sermões barrocos especialmente preparados que não levam coração algum a se encantar. No entanto, o que Deus na verdade fez foi abrir o céu e nos enviar o seu Salvador. E já que o calendário eclesiástico organizou isso dessa maneira, o Natal é comemorado uma vez ao ano, na data determinada. Depois se aguarda a festa de Ano Novo, depois o Carnaval, depois a Páscoa. Planeja-se a folga para o feriado do Pentecostes. De passagem, ainda se registra o feriado da Ascenção, o qual, na Europa, hoje é chamado de Dia dos Pais. Em seguida, se planeja as tão esperadas férias! Novamente se organiza as fotos da viagem do ano anterior. Com algum saudosismo, se constata: ah, como foi bom! Subitamente, no dormitório desse mundo, soa retumbante o tambor do apóstolo Paulo que deveria nos arrancar do mundo dos sonhos. Como um alpinista que alcançou o pico mais elevado da geleira, ele agita a bandeira da vitória e, bradando sobre o escuro vale dos sofrimentos, diz: “Contudo, vemos Jesus…”.

E o que você vê? Apenas decepções, dor, fracasso, esforços inúteis? Para onde você dirige o olhar? O que você carrega em seu coração? O que faz soar as cordas da sua alma? Por que você executa canções melancólicas em seu trompete enquanto as fanfarras alegres do céu tocam a pleno volume: “Contudo, vemos Jesus… coroado ‘de glória e honra’”?

Deus abriu o céu e nos enviou o seu Salvador.

Não, o nosso Salvador não está mais num berço de palhas. Ele não continua sendo o bebê indefeso da manjedoura. Ele não está mais sangrando, pendurado na cruz. Ele ressuscitou e está sentado à direita de Deus e aguarda até que seus inimigos estejam colocados como estrado sob seus pés.

Ele não é mais o Filho de Deus que foi cuspido, não mais o desprezado e crucificado no madeiro da maldição. Nosso olhar vai além da dimensão terrena e vê a realidade de Deus: “Contudo, vemos Jesus… coroado ‘de glória e honra’”!

Enquanto todos ficam olhando para o pavor final do mundo como se fossem coelhos hipnotizados, nós dirigimos o olhar ao nosso Senhor. Somente assim seremos envolvidos pela glória do Cristo ressurreto. Somente então nosso coração será cativado por seu amor. Somente então sentiremos sua presença, sua maravilhosa salvação e atuação. Não permita que a vitória de um filho de Deus seja arrancada de suas mãos pelo inimigo!

Por que você se esconde, como se fosse um coelho amedrontado, na toca da sua incapacidade? Por que você fica constantemente remoendo o seu passado, que você não consegue alterar de qualquer maneira? Por que o peso dos problemas se torna tão forte que consegue abafar toda alegria em você? Por que você se preocupa com aquilo que poderia acontecer ao invés de se ocupar com aquilo que de fato existe?

Por isso, agarre firmemente essa afirmação, como se fosse um valioso tesouro. Para muitos filhos de Deus, a imundície de milhares de pequenas preocupações sujou o seu para-brisa de tal maneira que não conseguem enxergar o Senhor Jesus claramente. Assim, fique atento ao seu limpador de para-brisa interno! No poço de Deus há uma imensa quantidade da água da graça.

Assim, peça que o Senhor Jesus novamente conceda a você a visão da fé! Não olhe para as ondas das circunstâncias, mas para o seu maravilhoso Salvador! Não permita ser regido pelo compasso dos seus medos!

Somente se você olhar para a face do seu Salvador a sua alma poderá alcançar tranquilidade e paz.

Somente se você olhar para a face do seu Salvador a sua alma poderá alcançar tranquilidade e paz. Assim, traga a sua alma assustada para a calma. Tome-a pela mão e lhe apresente a glória de seu Redentor. Fale a ela sobre a realidade divina. A seguir, lembre-a da oração do Senhor Jesus: “Pai, quero que os que me deste estejam comigo onde eu estou e vejam a minha glória, a glória que me deste” (João 17.24). Dessa maneira, os dias da sua vida se tornarão uma experiência totalmente nova.

Somente poderemos assistir à televisão divina se tivermos ligado no canal correto. — Manfred Paul

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Temor dos homens

Sou uma pessoa retraída, minha timidez é um problema sério para o testemunho do Evangelho?

Pergunta: “Sou uma jovem cristã e ouvi uma pregação sobre 1 Samuel 16.14-23. O evangelista disse que, se tememos os homens e somos tímidos, temos uma obsessão demoníaca! Isso é verdade? Ele também disse que é fácil reconhecer quem tem esse problema, pois trata-se de pessoas retraídas. Não consigo entender isso. Se for verdade, por favor, diga-me o que devo fazer, pois sou tímida”.

Resposta: Conforme Provérbios 29.25, o temor dos homens é um grande perigo espiritual: “O receio do homem armará laços, mas o que confia no Senhor será posto em alto retiro” (Ed. Revista e Corrigida). Isso não significa, entretanto, de forma alguma, que aqueles que têm problemas com temor dos homens estejam sob uma obsessão demoníaca! Afirmar algo assim é, no mínimo, atrevimento e arrogância. Todo filho de Deus tem suas lutas pessoais: uns lutam com a inveja, outros tem tendências à mentira, alguns sofrem com sua avareza, outros com sua mania de saber tudo, alguns com suas tentações na área sexual… Freqüentemente enfrentamos lutas em diversas áreas ao mesmo tempo, em frentes de batalha onde precisamos combater o bom combate da fé. Mas Jesus é Vencedor!

Se você tem natureza temerosa, sua luta espiritual será olhar não para sua insuficiência mas para o Senhor Jesus Cristo, que tornou-se seu Salvador e Senhor e assumiu a responsabilidade sobre sua vida. Não existe nada maior e mais belo do que saber disso!

Por outro lado, o temor dos homens – e isso também precisa ser dito – não é algo inocente, pois paralisa nosso testemunho e pode até nos levar a negar o Senhor! Ele sabe desse problema e diz aos Seus: “Não temais!”, e: “Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei, antes, aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma como o corpo” (Mt 10.28). Devemos aprender a depositar nossa confiança completamente no Senhor em todas as circunstâncias da nossa vida diária, que certamente são bem menos dramáticas que as apresentadas no versículo acima. Temos um Deus maravilhoso e onipotente, que podemos chamar de Pai por meio de Jesus! O verdadeiro temor a Deus expulsa de nosso coração o temor dos homens.

Muitos que seguem a Jesus e amam o Senhor de todo o coração conhecem esse temor dos homens por experiência própria, por serem tímidos por natureza ou, talvez, por se sentirem inferiores aos outros. Todo filho de Deus que tem problemas em falar de Jesus no meio de uma conversa e de dar-Lhe honra em público pode testar se isso é apenas timidez ou se o problema é o temor dos homens. É fácil descobrir a diferença; basta perguntar-se qual é seu comportamento quando surgem outros assuntos na roda de conversas: existe a mesma barreira que impede minha expressão ou me sinto livre, leve e solto para falar sobre tudo, menos sobre Jesus? Em geral sou uma pessoa de contato fácil, que gosta de compartilhar e conversar? Se existir uma diferença muito grande entre as duas áreas, ou seja, quando não temos a coragem de testemunhar de Jesus, então nossa posição em relação a Cristo precisa ser reavaliada com urgência, pois não estamos apenas sendo tímidos, mas covardes. Talvez nosso relacionamento com o Senhor esteja interrompido por causa do pecado. Apocalipse 21.8 fala com muita seriedade sobre a covardia: “Quanto, porém, aos covardes, aos incrédulos, aos abomináveis, aos assassinos, aos impuros, aos feiticeiros, aos idólatras e a todos os mentirosos, a parte que lhes cabe será no lago que arde com fogo e enxofre, a saber, a segunda morte”. Cada um julgue a si mesmo, se ainda está firme na fé! Jamais deveríamos julgar os outros, pois somente o Senhor vê o que há nos corações! Por isso, está escrito em Tiago 4.12: “Um só é Legislador e Juiz, aquele que pode salvar e fazer perecer; tu, porém, quem és, que julgas o próximo?”

Portanto, querida irmã no Senhor, seja firme, consolada no Senhor, e tenha novo ânimo, pois Jesus é maior que tudo! Ele a ama com amor infinito e certamente vai concluir a obra que começou em sua vida (Fp 1.6). (Elsbeth Vetsch)

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A Melhor Professora

Essa é sem dúvida uma das histórias mais bonitas que já lí.

Há uma história de muitos anos atrás de uma professora de escola primária. Seu nome era Sra. Thompson, quando ela ensinava para a 5ª série no primeiro dia de aula, ela olhou para os alunos e como a maioria dos professores disse que os amava igualmente.

Mas isso era impossível porque ali na primeira fila, caído e desajeitado em seu assento, havia um menino chamado Teddy Stoddard.

A Sra. Thompson tinha visto Teddy no ano anterior e notado que ele não se dava bem com as outras crianças, que suas roupas estavam sempre sujas e que ele constantemente precisava de um banho. E no final das contas Teddy poderia ser desagradável.

Chegou ao ponto em que a Sra. Thompson realmente se deliciava em marcar suas provas com uma grande caneta vermelha, fazendo Xs corajosos e depois colocando um grande “F” no topo de suas provas.

Nessa escola por uma norma interna ela foi obrigada a revisar os registros dos anos anteriores de cada criança e ela colocou Teddy por último, provavelmente se tratava de um péssimo aluno.

Para sua surpresa, quando ela revisou seu arquivo, se deparou com as anotações do primeiro professor de Teddy, quando estava na 1ª série, ele escreveu: “Teddy é uma criança brilhante com um riso único. Ele faz seu trabalho de forma ordenada e tem boas maneiras … ele é uma alegria para nós.”

Seu professor da segunda série escreveu: “Teddy é um excelente aluno, muito apreciado por seus colegas, mas está preocupado porque sua mãe tem uma doença terminal e a vida em casa deve ser uma luta”.

Seu professor da terceira série escreveu: “A morte de sua mãe foi dura para ele, ele tenta fazer o seu melhor, mas seu pai não mostra muito interesse e sua vida doméstica vai afetá-lo em breve se alguns passos não forem tomados”.

O professor da quarta série de Teddy escreveu: “Teddy está cada vez mais fechado e não mostra muito interesse na escola, não tem muitos amigos e às vezes dorme na aula”.

Foi então que a Sra. Thompson percebeu o real problema e ela estava envergonhada de si mesma. Sentiu-se ainda pior quando seus alunos trouxeram os presentes de Natal, embrulhados em grandes papéis lindos e amarrados com fitas bonitas, exceto por Teddy. Seu presente que foi desajeitadamente embrulhado em papel marrom que obteve de um saco de supermercado.

A Sra. Thompson abriu-o no meio dos outros presentes. Algumas das crianças começaram a rir quando ela encontrou uma pulseira de strass com algumas das pedras em falta, e uma garrafa que estava um quarto cheio de perfume. Mas ela sufocou o riso das crianças quando exclamou o quão linda era a pulseira, colocando-a e enxugando um pouco do perfume em seu pulso.

Teddy Stoddard ficou depois da escola naquele dia o tempo suficiente para dizer: “Sra. Thompson, hoje você está com o cheiro exatamente igual o da minha mãe.”

Depois que as crianças saíram ela chorou por pelo menos uma hora, imaginando o quão difícil foi a luta daquele pequeno garoto.

A Sra. Thompson prestou especial atenção a Teddy. Enquanto ensinava próximo a ele, sua mente parecia ganhar vida. Quanto mais ela o encorajava, mais rápido ele respondia. No final do ano, Teddy se tornara uma das crianças mais inteligentes da classe e sem dúvida Teddy se tornou um dos “mais queridos da professora”.

Um ano depois, ela encontrou uma carta debaixo da porta dela, de Teddy, dizendo a ela que era a melhor professora que ele já teve em toda sua vida.

Seis anos se passaram e ela recebeu outra carta de Teddy. Ele então escreveu que tinha terminado o ensino médio, o terceiro em sua classe, e ela ainda era a melhor professora que já teve em toda sua vida.

Depois de alguns anos veio outra carta. Desta vez ele explicou que conseguiu terminar a faculdade e depois que ele obteve seu diploma de bacharel, decidiu ir um pouco mais longe. A carta explicava que ela ainda era a melhor e mais favorita professora que ele já teve. Mas agora depois do mestrado seu nome era um pouco mais longo – sua assinatura, Theodore F. Stoddard, MD.

Teddy disse ainda que conhecera uma garota e ia se casar. Ele explicou que seu pai havia morrido há alguns anos atrás e ele estava se perguntando se a Sra. Thompson concordaria em sentar no lugar no casamento que normalmente era reservado para a mãe do noivo. Claro que a Sra. Thompson o fez.

E adivinha? Ela usava aquele bracelete, aquele com vários strass faltando. E ela se certificou de que ela estava usando o perfume que Teddy lembrava de sua mãe usado em seu último Natal juntos. Eles se abraçaram, e o Dr. Stoddard sussurrou na orelha da Sra. Thompson: “Obrigado Sra. Thompson por acreditar em mim. Muito obrigado por me fazer sentir importante e me mostrar que eu poderia fazer a diferença.”

A Sra. Thompson, com lágrimas nos olhos, sussurrou de volta. Ela disse: “Teddy, você entendeu tudo errado. Você foi quem me ensinou que eu poderia fazer a diferença. Eu não sabia ensinar até que eu conheci você.”

Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor. 1 João 4:8

Aquele que ama a seu irmão está na luz, e nele não há escândalo. 1 João 2:10

No amor não há temor, antes o perfeito amor lança fora o temor; porque o temor tem consigo a pena, e o que teme não é perfeito em amor. 1 João 4:18

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A (falta de) visão e vida do calvinista cessacionista

Embora os calvinistas cessacionistas sejam conhecidos por sua oposição ferrenha aos dons sobrenaturais do Espírito Santo, o fato é que no contexto deles nem a fé nem os dons são realmente necessários.

Se alguém da igreja fica doente, o que eles podem fazer? Se o doente já foi predestinado para ficar doente, então qualquer intervenção em contrário (seja de dons, de fé ou de médicos) é um atentado contra a predeterminação divina.

Se o indivíduo foi predestinado para sarar da doença, a fé, os dons e os médicos são desnecessários.

Se o indivíduo foi predestinado para não sarar, ai de quem usar os dons ou a medicina para trazer cura.

Para quê dons de curas se os doentes foram predestinados para ficar doentes?

Para quê dons de revelações para guiar poderosamente os seguidores de Jesus se eles foram predestinados para ir para onde devem ir?

Para quê pregar desesperadamente para os pecadores que estão indo para o inferno se eles foram, na teologia calvinista cessacionista, predestinados para o inferno?

Para quê frequentar a igreja se está tudo determinado?

Já frequentei uma dessas igrejas calvinistas que pregam contra os dons do Espírito Santo. Os membros precisavam desesperadamente de intervenções do Espírito Santo: calvinistas doentes e oprimidos, casando com espíritas, etc. Mas as pregações do pastor os desestimulavam de se aproximar do Espírito.

Muitos membros não frequentavam a igreja há muitos anos, embalados em sua falsa teologia de predestinação. E nas pouquíssimas vezes que iam à igreja, era somente para agradecer a Deus. Não havia o mínimo arrependimento de nada.

Na raríssima ocasião em que um demônio se manifestou em alguém da igreja, o presbítero (quase todos eles eram maçons, assim como o pastor) teve a coragem de tentar expulsar, mas o demônio foi logo revelando para a congregação seus pecados sexuais secretos.

Dá para entender por que pastores calvinistas cessacionistas evitam a todo custo expulsar demônios? Eles preferem desconversar e encaminhar casos de possessão para consultórios psiquiátricos!

Uma jovem calvinista casada com espírita (esse era o padrão dessa igreja calvinista: os homens e as mulheres sempre se casavam com espíritas fora da igreja!) levava seu bebê frequentemente para a benzedeira. Esse comportamento só foi quebrado quando lhe explicamos que o Espírito Santo e seus dons sobrenaturais atuam hoje e que em vez de levar seu bebê ao diabo, ela deveria levá-lo a Jesus.

Um ambiente calvinista cessacionista é um ambiente de engano e opressão espiritual.

No fundo, é a própria Bíblia que é questionada.

Por que Jesus precisaria pregar para multidões se a maioria já estava predestinada ao inferno?

Por que Jesus precisaria dar dons sobrenaturais aos seus seguidores, para libertar os cativos do diabo, se a maioria das pessoas já foi predestinada para ser cativa do diabo?

No contexto da predestinação dos calvinistas cessacionistas, é tudo inútil: pregação do Evangelho, dons, libertação, etc.

Em muitos casos, o seguidor de Jesus precisa orar para que Jesus cure a mente de quem se tornou cativo dessa teologia.

Em alguns casos, só mesmo expulsão de demônios teológicos.

O cessacionismo (a heresia que ensina que os dons sobrenaturais do Espírito Santo cessaram dois mil anos atrás) só prospera onde a porta foi fechada para Deus e aberta para o diabo.

Fonte: www.juliosevero.com

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Fé com profundidade

Nas circunstâncias externas da vida você sempre encontrará algo que contrarie a sua fé. Nossa fé precisa ser provada se ela pretende ser reconhecida como genuína.

Mas, quanto a mim, ficarei atento ao Senhor, esperando em Deus, o meu Salvador, pois o meu Deus me ouvirá” (Miqueias 7.7).

Nas circunstâncias externas da vida você sempre encontrará algo que contrarie a sua fé. Você consegue confiar no Senhor Jesus quando seu intelecto grita: “Isso nem é possível!”? Estando no alto das montanhas da fé é fácil agitar as bandeiras da alegria. No entanto, precisamos retornar ao vale da realidade e submeter nossa fé aos duros desafios da vida. Nossa fé precisa ser provada se ela pretende ser reconhecida como genuína. E então acontece que passamos “pelos vales” e milhares de perguntas parecem permanecer sem resposta: “Senhor, por quê? Por que justamente comigo? Qual a provação para minha fé nesse momento? Em que nível está agora a confiança no Senhor Jesus? Por que essas dores, por que essa enfermidade? Por quanto tempo mais? Por que esse acidente trágico?”.

Como é bom poder confiar em um Senhor que tem uma resposta para todas as perguntas e problemas. Por isso: acalme-se diante do Senhor e espere nele, pois dele também vem a ajuda para você. Não estamos à mercê do acaso. Esse mundo é e permanece sendo um vale de lágrimas no qual precisamos subsistir. Através de sofrimentos chegaremos à glória. Por isso, não permita que nas horas turbulentas de sua vida o inimigo venha a incitá-lo contra o Senhor. Não permita ser derrotado pelo espírito do desânimo. Na ocasião em que Jó caiu em horríveis questionamentos, e até sua mulher e amigos se distanciaram dele, Satanás imaginou que pudesse vencer o jogo. No entanto, como é bom saber que, nessas horas, nosso Salvador intercede por nós diante do Pai e menciona a ele o nosso nome. Como é bom poder estar seguro da intercessão de nosso fiel Sumo Sacerdote por nós. “[Pedro,] eu orei por você, para que a sua fé não desfaleça” (Lucas 22.32). Que Senhor maravilhoso!

Quando o Senhor Jesus lavou os pés dos seus discípulos, Pedro manifestou sua discordância. Ele não teve compreensão para com o gesto do Senhor. Não, apenas com a lógica humana nunca conseguiremos compreender os maravilhosos planos de Deus. Por isso não devemos ser relutantes quando o Senhor Jesus nos sugere caminhos que não conseguimos administrar tão bem naquele momento. Nessa ocasião não devemos raciocinar tanto, mas confiar e crer com fé singela. “Não falei que, se você cresse, veria a glória de Deus?” (João 11.40). Querido filho de Deus, a sua fé necessita de nova profundidade. É sempre melhor obedecer do que compreender.

Podemos estar certos de que as soluções para todos os problemas da nossa vida estão nas boas mãos de Deus.

Isso me lembra de minha neta que, quando era pequena, tinha medo da ducha e chorava a plenos pulmões quando sua mãe a agarrava e fazia o que estava previsto: tomar uma ducha! A querida mãe não vai prejudicar sua pequena joia, por mais que ela grite e discuta. Do mesmo modo, o Senhor Jesus fará grandes coisas em sua vida se você confiar nele. Algumas coisas ficarão ocultas para nós na terra. No entanto, podemos estar certos de que as soluções para todos os problemas da nossa vida estão nas boas mãos de Deus: “Mesmo que eu não saiba o caminho, tu o sabes; e isso deixa minha alma calma e cheia de paz!” (Hedwig von Redern).

Por isso, deposite sua vida confiadamente nas mãos de seu Senhor. Ele sabe, melhor do que ninguém mais, como fazer o bem para a sua alma. Chegará o dia em que você verá como foi bom ter confiado no Senhor Jesus e que, ao final de tudo, os caminhos difíceis foram caminhos de bênçãos. — Manfred Paul

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Pastor Malafaia ataca padre Manzotti: “Por qué no te callas?”

Líder evangélico afirma ser preconceituosa a visão do pároco sobre o crescimento dos pentecostais no país e questiona uso de dinheiro pela Igreja Católica

O pastor Silas Malafaia, líder da igreja Vitória em Cristo e presidente do Conselho de Pastores do Brasil, rebateu a entrevista dada a VEJA neste fim de semana pelo padre Reginaldo Manzotti. O cantor e escritor católico alfinetou o crescimento dos evangélicos pentecostais nos últimos trinta anos: “A filosofia do ‘me dê um Fusca que eu te devolvo uma Mercedes’ soa bem, embora seja uma balela”.

 
O pastor Silas Malafaia, líder da igreja Vitória em Cristo, e o padre Reginaldo Manzotti (Divulgação/VEJA)

Em entrevista ao site de VEJA, Malafaia desceu a borduna na fala de Manzotti sobre como o discurso evangélico tem prosperado em classes menos favorecidas: ““Em situações onde faltam saúde, moradia e alimento, qualquer teologia da prosperidade que prometa cura e riqueza em troca de doações funciona”, afirmou o padre. “É uma visão preconceituosa. Para ele, pobre é burro, idiota e sempre enganado. Mas a história mostra que quem explorou os pobres durante séculos não fomos nós, evangélicos, não”, rebateu Malafaia. “Uma pessoa pode até dar um Fusca esperando uma Mercedes, mas se ele não receber o prometido, pula fora”.

Malafaia defende que a igreja evangélica tem crescido em todos os segmentos sociais e cita o bairro de classe média alta onde vive no Rio de Janeiro. Em vinte anos, afirma que o Recreio dos Bandeirantes passou a ter 18 templos evangélicos (antes eram dois) e a igreja Católica permaneceu com apenas um. “De sete meses para cá, todas as vinte igrejas que abri foram longe de favelas, e olha que eu tenho muitas igrejas nestas áreas. Esse padre está precisando andar mais pelo Brasil para ver se nós evangélicos só pregamos para pobre mesmo”.

O líder evangélico faz ainda uma crítica mais conceitual à forma de conquistar fieis utilizada pelos católicos atualmente. “A questão é que a Igreja Católica deixou de pregar o Evangelho que transforma a vida das pessoas. Veja se você vê a Bíblia na mão de um padre”, questiona. “Sabe por que a Igreja Católica não incentiva seus membros a lerem a bíblia? Porque o dia que eles lerem, eles largam. A bíblia não é dos evangélicos nem dos católicos, é a palavra de Deus. E ela condena a idolatria de ponta a ponta”. Malafaia aponta diferenças sobre o uso de dinheiro nas duas igrejas: “O povo evangélico vê que o dinheiro que eles dão para a igreja fica aqui no Brasil, sendo investido na abertura de novos templos. Nós não mandamos bilhões todo ano para cobrir déficit de corrupto no banco do Vaticano”.

Malafaia chega a desafiar Manzotti a abrir as suas finanças. Embora o padre seja um dos maiores vendedores de CDs, DVDs e livros do país, afirma viver de uma herança da família e do salário pago pela paróquia. “Esse padre perdeu a oportunidade de calar a boca. Como disse o rei da Espanha para o Hugo Chavez, “por que não te callas?”. É melhor ele continuar cantando do que ficar falando asneira a respeito da religião dos outros”.

Fonte: Revista Veja

Divulgação: www.juliosevero.com

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